Música de carnaval - O humor incômodo das marchinhas

domingo 12 de fevereiro de 2017

crédito Carnaval, 1948. Foto de Carlos Moskovics / Acervo IMS

Algumas delas são tidas hoje como racistas, machistas ou homofóbicas. Mas, na história do carnaval, as marchinhas garantiram grande parte da alegria dos foliões, vivendo seu auge nos anos 1930 e 1940 e mantendo sua força até a década de 1960. O segundo capítulo da série sobre música de carnaval trata delas e recorda exemplares de sucesso do gênero.

Repertório

Mamãe eu quero (Jararaca e Vicente Paiva) – Jararaca, com participação de Almirante na introdução

Moreninha da praia (João de Barro) - Almirante

Alá-lá-ô (Haroldo Lobo e Nássara) – Carlos Galhardo

Mulata iê-iê-iê (João Roberto Kelly) – Emilinha Borba

A mulata é a tal (João de Barro e Antônio Almeida) – Ruy Rey   

 

Apresentação: Luiz Fernando Vianna (com Petria Chaves, da CBN)

Roteiro: Joaquim Ferreira dos Santos

Edição e sonorização: Filipe Di Castro                

Música é História - Batuta na CBN

mais informações sobre o programa

O programa se vale de canções brasileiras para retratar tipos, situações e histórias da vida nacional. Após uma série dedicada aos grandes compositores brasileiros, em maio de 2016 iniciou-se uma sobre os cem anos do samba. Vai ao ar aos domingos, às 14h50, na CBN e, com as músicas na íntegra, entra pouco depois na Batuta.

Foto: Pixinguinha, por David Drew Zingg

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