Crônicas do Joaquim

Joaquim Ferreira dos Santos entrou no mundo das crônicas pela leitura dos textos de Rubem Braga, Fernando Sabino e Paulo Mendes Campos na revista Manchete dos anos 1960. As primeiras músicas, ouviu pela Rádio Nacional dos anos 1950. Jornalista desde 1969, trabalhou nos principais jornais e revistas brasileiros. No programa, ele mistura as duas influências e costura o texto, curto e leve, com vinhetas musicais. Publicou três livros de crônicas (O que as mulheres procuram na bolsa, Em busca do borogodó perdido e Minhas amigas) e quatro de não-ficção (Um homem chamado Maria, Feliz 1958 - O ano que não devia acabar, Leila Diniz - Uma revolução na praia e Enquanto houver champanhe, há esperança - Uma biografia de Zózimo Barrozo do Amaral). Também organizou o livro As cem melhores crônicas brasileiras.

Novas pastoras para Ataulfo

Novas pastoras para Ataulfo

Talvez por não ter sido malandro, tido vida trágica nem enfrentado a decadência, Ataulfo Alves é menos cultuado do que outros nomes do samba, como Wilson Batista e Geraldo Pereira. Quem defende essa ideia é Joaquim Ferreira dos Santos, que exalta em sua crônica o grande compositor.

19.10.2017

Salve o compositor popular

Salve o compositor popular

Joaquim Ferreira dos Santos aproveita que se aproxima o pouco conhecido Dia do Compositor Popular (7 de outubro) para saudar aqueles que nos oferecem as melhores palavras nos piores momentos. A música-tema da crônica é Festa imodesta, que, numa tabelinha de craques, Caetano Veloso...

29.09.2017

Ninguém canta mais a primavera

Ninguém canta mais a primavera

A estação das flores, que chega em 22 de setembro, já não é mais saudada em canções. Joaquim Ferreira dos Santos lamenta, mas admite que é difícil falar de flores em tempos como os atuais. E faz, em forma de crônica, sua homenagem à primavera.

15.09.2017

O bolero, sem lero-lero, de Alcione

O bolero, sem lero-lero, de Alcione

Em seu CD de boleros, Alcione não evita falar do inevitável: a derrota amorosa. Solta os bofes, pouco ligando para os padrões de elegância das cantoras que se formaram ouvindo Marisa Monte. Joaquim Ferreira dos Santos exalta o trabalho em sua crônica.

24.08.2017

Os “malditos”: Luiz Melodia apresenta Sérgio Sampaio

Os “malditos”: Luiz Melodia apresenta Sérgio Sampaio

Ao longo da carreira, Luiz Melodia gravou quatro composições de Sérgio Sampaio, inclusive em seu último disco, de 2014. Sabia do enorme talento do amigo capixaba, morto no ostracismo em 1994. O carioca, pelo menos, partiu tendo seu valor reconhecido.

11.08.2017

Lima Barreto desafina o coro da música

Lima Barreto desafina o coro da música

As crônicas de Lima Barreto mostram que ele fazia restrições à música popular, como aponta Joaquim Ferreira dos Santos. Gostava das modinhas, elogiava Catulo da Paixão Cearense, mas implicava com o piano tocado nos salões da burguesia e não chegou a se aproximar do samba.

14.07.2017

O tropicalismo de Antonio Carlos e Jocafi

O tropicalismo de Antonio Carlos e Jocafi

Nos 50 anos do movimento tropicalista, falta incluir entre seus discos mais interessantes o Mudei de ideia, que os baianos Antonio Carlos e Jocafi gravaram em 1971. Só o preconceito pode explicar o silêncio sobre esse trabalho, diz Joaquim Ferreira dos Santos.

30.06.2017

O sargento Pimenta e o general Cesar Villela

O sargento Pimenta e o general Cesar Villela

Antes de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, o disco dos Beatles que está completando 50 anos, álbuns brasileiros já exibiam letras na contracapa e tinham sofisticados projetos gráficos, graças principalmente ao artista Cesar G. Villela, como conta Joaquim Ferreira dos Santos.

16.06.2017