Música é História

O programa passeia pela história da música brasileira em edições avulsas ou em séries, como as dedicadas aos grandes compositores e aos cem anos do samba. Uma versão de cinco minutos vai ao ar aos domingos, às 14h50, na CBN. A versão integral fica na Batuta.

Aracy de Almeida

Aracy de Almeida

Sem ter voz cristalina, Aracy de Almeida se impôs no meio musical das décadas de 1930 e 1940, dominado pelos homens, por causa de seu grande talento. Era chamada de "A melhor intérprete de Noel Rosa". Terminou estigmatizada como jurada de programa de calouros.

08.04.2018

Carmen Miranda

Carmen Miranda

Carmen Miranda é uma das estrelas da série "A mulher na música brasileira". Morta em 1955, com apenas 46 anos, ainda é a figura feminina mais representativa do Brasil no exterior, seja como artista talentosa, seja como ícone estereotipado. O programa recorda sua trajetória.

01.04.2018

Aracy Cortes

Aracy Cortes

Estrela do teatro de revista, mulher avançada para a década de 1920, Aracy Cortes lançou Jura, de Sinhô, gravou o primeiro samba-canção a fazer sucesso (Ai, Ioiô), foi a primeira a gravar Assis Valente e, nos anos 1960, ressurgiu no espetáculo Rosa de Ouro.

25.03.2018

Tia Ciata e as matriarcas baianas

Tia Ciata e as matriarcas baianas

Tia Ciata foi a mais célebre das baianas que se firmaram como lideranças na região do Rio de Janeiro que ficou conhecida como Pequena África. Na casa dela nasceu Pelo telefone, e naquele ambiente cresceram Pixinguinha, Donga e João da Baiana.

11.03.2018

Chiquinha, a pioneira

Chiquinha, a pioneira

A série "A mulher na música brasileira" começa com quem esteve muito à frente do seu tempo. Chiquinha Gonzaga foi compositora e pianista popular quando essas áreas eram reservadas aos homens. Deixou o marido aos 23 anos e terminou a vida ao lado de um homem 35 anos mais novo.

04.03.2018

Rio, capital do sangue quente

Rio, capital do sangue quente

O Rio de Janeiro faz aniversário em 1º de março num momento de convulsão, sob intervenção militar. É o "Rio 40 graus", "a capital do sangue quente, do melhor e do pior do Brasil". Músicas sobre intolerância, medo e nostalgia na cidade também estão no programa.

25.02.2018

Protesto dá samba e, às vezes, título

Protesto dá samba e, às vezes, título

No carnaval carioca de 2018, ao contrário do que costuma acontecer, enredos críticos foram os vencedores. O programa recorda sambas que marcaram época, vencendo (como Kizomba, em 1988) ou não (Ratos e urubus, em 1989). E homenageia o compositor Niltinho Tristeza.

18.02.2018

Sambas de protesto

Sambas de protesto

Presentes no carnaval carioca de 2018, os sambas-enredo críticos não costumam resultar em vitórias. Mas há belos exemplos, como Heróis da liberdade, de Silas de Oliveira e Mano Décio da Viola. Protesto que valeu título foi Bum bum paticumbum prugurundum, em 1982 (foto).

11.02.2018