Há um clima de Disneyworld na exposição dedicada à obra de Stanley Kubrick, no Museu da Imagem do Som de São Paulo. Mas isso, aponta Paulo Roberto Pires, não é obstáculo para que a mostra atinja seu maior objetivo: fazer com que o espectador entre na cabeça genial do cineasta. Seja em cenários como a nave de 2001 e a boate de Laranja mecânica ou lendo cartas de protesto e agradecimento recebidas por Kubrick, conhece-se mais sua obra tão diversificada. E, no caso do ambiente reservado para O iluminado, dá para sentir medo de novo de Jack Nicholson (foto).

 

Edição: Filipe Di Castro