Por volta de 1950, ano em que Amargura foi lançada, Radamés Gnattali escrevia mais de dez arranjos por semana para a Rádio Nacional e para a gravadora Continental, conta João Máximo. Quando sobrava tempo, compunha uma grande melodia como a de Amargura. Ele a gravou com seu piano, Alberto Ribeiro pediu para escrever uma letra, e Lúcio Alves transformou a música num samba-canção moderno e eterno.

 

Apresentação: João Máximo

Edição e sonorização: Filipe Di Castro