O lied é a canção de câmara alemã que viveu seu apogeu no período romântico, também sendo produzida na Áustria-Hungria. Beethoven é considerado o pai do lied tal como conhecemos: união perfeita entre forma e conteúdo, entre música e poesia, alcançando alta concentração lírica. Arthur Dapieve abre com Beethoven seu programa sobre os lieder (plural de lied) e apresenta peças de outros compositores, como Schubert, tido como o maior autor do gênero, Schumann e Wagner.

Repertório

Beethoven: Nimm sie hin denn, diese Lieder – Matthias Goerne e Alfred Brendel (piano) – 4:09

Schubert: Viola – Ian Bostridge e Leif Ove Andsnes (piano) – 13:06

Schumann: Süsser Freund – Bernarda Fink e o Roger Vignoles (piano) – 3:56

Loewe: Die drei Lieder – Dietrich Fischer-Dieskau e Jörg Demus (piano) – 3:12

Wolf: Auch kleine Dinge können uns entzücken – Mojca Erdmann e Gerold Huber (piano) – 2:24

Wolf: Mir ward gesagt, du reisest in die Ferne – Mojca Erdmann e Gerold Huber (piano) – 1:56

Wagner: Träume – Jessye Norman e Irwin Gage (piano) – 4:47

Strauss: Befreit – Anne Sofie von Otter e Bengt Forsberg (piano) – 5:40

Berg: Traumgekrönt – Anne Sofie von Otter e Bengt Forsberg (piano) – 2:34

Schubert: Tränenregen – Thomas Quasthoff, Orquestra de Câmara da Europa, com regência de Claudio Abbado – 4:17

 

Apresentação: Arthur Dapieve

Edição e sonorização: Filipe Di Castro