O compositor Billy Blanco (1924-2011), paraense radicado no Rio de Janeiro, fez sambas sincopados que marcaram época, como Estatutos da gafieira, e foi parceiro de Tom Jobim (Tereza da Praia, Esperança perdida) e Baden Powell (Samba triste) antes de a bossa nova explodir. Com Tom fez também a Sinfonia do Rio de Janeiro.

Músicas

Pra variar (Billy Blanco) – Anjos do Inferno

Prece de um sambista (Billy Blanco) – Linda Batista

Estatutos da boite (Billy Blanco) – Dolores Duran

Tereza da praia (Tom Jobim e Billy Blanco) – Dick Farney e Lúcio Alves

Mocinho bonito (Billy Blanco) – Dóris Monteiro

Pano legal (Billy Blanco) – Dolores Duran

Sinfonia do Rio de Janeiro (A montanha, o sol, o mar) (Tom Jobim e Billy Blanco) – Dick Farney, Os Cariocas, Gilberto Milfont, Elizeth Cardoso, Lúcio Alves, Dóris Monteiro, Emilinha Borba, Nora Ney e Jorge Goulart, com arranjos e a regência de Radamés Gnatalli.

Estatutos da gafieira (Billy Blanco) – Jorge Veiga

Viva meu samba (Billy Blanco) – Dolores Duran

Samba triste (Baden Powell e Billy Blanco) – Alda Perdigão

Esperança perdida (Tom Jobim e Billy Blanco) – Lúcio Alves

Oração de um rubro-negro (Billy Blanco) – Jamelão

Domingo azul (Billy Blanco) – Os Cariocas

 

Apresentação, pesquisa e texto: Carla Paes Leme
Edição e sonorização: Filipe Di Castro