Guilherme Wisnik, em sua coluna “Espaço em obra” (Rádio USP), lamenta não tocar Vai passar, de Chico Buarque, na sua série sobre canções de ontem que permanecem fortes hoje. A situação social e política do país o leva a escolher uma composição mais recente e bem menos esperançosa: Perdeu, de Caetano Veloso, lançada por 2009. Uma estrofe diz: “O sol se pôs/ Depois nasceu/ E nada aconteceu.”