A série “A mulher na música brasileira”, que prosseguirá ao longo de 2018, não poderia começar com outra artista que não fosse Chiquinha Gonzaga (1847-1935). Por causa do machismo, ela foi afastada de seus quatro filhos. Viveu para a música, consagrando-se como compositora e pianista popular numa época em que essas funções eram reservadas aos homens. Foi pioneira no choro, na marchinha carnavalesca e em várias outras frentes. E, no campo pessoal, passou as últimas três décadas com um homem 35 anos mais novo.

Repertório

Atraente (Chiquinha Gonzaga) – Maria Teresa Madeira

Satan (Chiquinha Gonzaga) – Thalita Peres

Não se impressione (Chiquinha Gonzaga, Luiz Peixoto e Carlos Bettencourt) – Lenine e Maria Teresa Madeira

Gaúcho (Corta-jaca) (Chiquinha Gonzaga) – Olinda Allessandrini

Ó abre-alas (Chiquinha Gonzaga) – Linda Batista e Dircinha Batista

Lua branca (Chiquinha Gonzaga) – Maria Bethânia

 

Roteiro e apresentação: Luiz Fernando Vianna

Edição: Filipe Di Castro