Muitos sambistas de talento morrem esquecidos, mas também há muitos que recebem “flores em vida”, como diz o verso de Quando eu me chamar saudade, de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito. Nelson foi um que teve o talento e a originalidade reconhecidos enquanto estava por aqui. Cartola, seu companheiro de Mangueira, ainda mais. Adoniran Barbosa, também. Se o reconhecimento é do tamanho que eles merecem, pode-se discutir sempre. Mas não convém cair no lamento permanente pela suposta marginalização do samba.

Repertório

Quando eu me chamar saudade (Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito) – Nelson Cavaquinho

Acontece (Cartola) – Cartola

O trem das onze (Adoniran Barbosa) – Adoniran Barbosa

Acreditar (Dona Ivone Lara e Delcio Carvalho) – Dona Ivone Lara

Flores em vida (Moacyr Luz e Aldir Blanc) – Moacyr Luz

 

Apresentação: Luiz Fernando Vianna (com Petria Chaves, da CBN)

Roteiro: Luiz Fernando Vianna

Edição e sonorização: Filipe Di Castro