João Bosco diz que o ponto de partida de seu CD mais recente, Mano que zuera, foi o samba Duro na queda, que ele registrou no estúdio da Batuta em versão voz-e-violão. É mais uma parceria com Aldir Blanc, com quem ele troca “autorretratos alheios”, tamanho é o conhecimento que um tem do outro. No novo disco, nas cinco parcerias com seu filho Francisco Bosco, João embaralha papéis: pai, avô, neto etc. Em entrevista a Luiz Fernando Vianna, ele explica vários aspectos do seu trabalho, como a influência árabe em sua música, e declara ainda manter a esperança no Rio de Janeiro e no Brasil. O programa termina com O bêbado e a equilibrista, que completa 40 anos em 2018.

Repertório

Duro na queda (João Bosco e Aldir Blanc) – João Bosco no estúdio da Batuta

Latin lover (João Bosco e Aldir Blanc) – João Bosco

Onde estiver (João Bosco e Francisco Bosco) – João Bosco

Fim (João Bosco e Francisco Bosco) – João Bosco

Agnus sei (João Bosco e Aldir Blanc) – Milton Nascimento, acompanhado de João Bosco e conjunto

Sinhá (João Bosco e Chico Buarque) – João Bosco

Quantos Rios (João Bosco e Francisco Bosco) – João Bosco

O bêbado e a equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc) – João Bosco em verão ao vivo, de 1983

Veja João Bosco interpretando Duro na queda no estúdio da Batuta

Apresentação: Luiz Fernando Vianna

Edição: Filipe Di Castro