Na conferência “O silêncio que resta”, que faz no ciclo “O silêncio e a prosa do mundo” nos dias 19 de agosto (Biblioteca Nacional, no Rio) e 21 (Sesc Vila Mariana, em São Paulo), o professor de filosofia Pedro Duarte diz em entrevista que se arriscar na “confusão babélica” do mundo de hoje, e não recusá-la, é quase inevitável para os homens, e até necessário no campo político. Ainda assim, ele não estreou nas redes sociais, o que está pensando em fazer. Pedro destaca o “esforço de linguagem” dos cartazes das manifestações de rua em curso no Brasil. E comenta as famosas frases de Hamlet (“O resto é silêncio”) e de Samuel Beckett (“Não sabendo falar, não querendo falar, tenho que falar”).

Apresentação: Luiz Fernando Vianna

Edição e sonorização: Filipe Di Castro