Nascida numa família de artistas, Dircinha Batista (1922-1999) começou a se apresentar em público aos seis anos de idade, em São Paulo. Aos oito, já no Rio de Janeiro, lançou seu primeiro disco. Ao lado da irmã, Linda Batista, Dircinha foi das grandes estrelas da época de ouro do rádio, com sucessos em todos os gêneros musicais, do samba às canções românticas, passando pelo carnaval. Se eu morresse amanhã de manhã, de Antonio Maria, é um clássico do samba-canção. A gravação original, de 1953, foi na voz suave de Dircinha.

 

Seleção e texto: Joaquim Ferreira dos Santos

Edição: Filipe Di Castro