Programas

  • Programas

    Programas variados que fazem parte da grade atual da Batuta estão reunidos aqui.

  • Pixinguinha na Pauta

    Um dos pilares da música brasileira, Pixinguinha volta a ter um programa de rádio dedicado exclusivamente a ele. Pixinguinha na pauta pretende, em edições mensais, que o ouvinte possa descobrir gravações raras, relembrar arranjos históricos, conhecer gravações recentes de composições do autor de Carinhoso e, também, ouvir bate-papos com convidados sobre o legado de Pixinguinha e as preciosidades do seu baú. Este baú consiste no Acervo Pixinguinha, cuidado, catalogado e divulgado pelo Instituto Moreira Salles, que é seu detentor. Tocam a série de rádio aqueles que zelam pelo acervo: Bia Paes Leme, Paulo Aragão e Marcílio Lopes. Complementa o time Pedro Paulo Malta, cantor e pesquisador que, aqui, desempenha os papéis de apresentador e co-roteirista.

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    Pixinguinha 120 anos

    Pixinguinha 120 anos

    O trabalho no acervo pessoal de Pixinguinha, sob a guarda do IMS desde 2000, já resultou em quatro livros de partituras, na formação de uma orquestra e na série de programas da Batuta. Esta edição comemorativa destaca gravações relacionadas a esses projetos e músicas pouco conhecidas.

    17.04.2017
    Pixinguinha e seus intérpretes

    Pixinguinha e seus intérpretes

    O Pixinguinha na Pauta encerra sua série de 13 programas com uma antologia de grandes interpretações de obras do compositor. Radamés Gnattali (na foto com Pixinguinha), Hamilton de Holanda e Raphael Rabello estão entre os intérpretes.

    03.12.2016
    Pixinguinha e Benedito

    Pixinguinha e Benedito

    Benedito Lacerda foi fundamental para Pixinguinha retomar a carreira nos anos 1940, quando enfrentava dificuldades financeiras. O flautista ganhou fama de aproveitador, o que este programa defende ser injusta, além de ressaltar os caminhos que Benedito abriu na música brasileira.

    05.11.2016

    Música é História

    O programa passeia pela história da música brasileira em edições avulsas ou em séries, como as dedicadas aos grandes compositores e aos cem anos do samba. Uma versão de cinco minutos vai ao ar aos domingos, às 14h50, na CBN. A versão integral fica na Batuta.

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    Músicas de junho – Os sanfoneiros

    Músicas de junho – Os sanfoneiros

    Instrumento mais importante na tradição das festas juninas, a sanfona fez história nas mãos de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Sivuca e Oswaldinho, astros deste segundo programa da série.

    18.06.2017
    Músicas de junho – O reino de Gonzaga

    Músicas de junho – O reino de Gonzaga

    Luiz Gonzaga espalhou os ritmos nordestinos pelo país e contribuiu para a região ser a mais importante quando o assunto é festa junina. Ele compôs sucessos como Olha pro céu e São João na roça, além de influenciar artistas que firmaram uma tradição.

    11.06.2017
    Músicas de junho – Balões e fogueiras

    Músicas de junho – Balões e fogueiras

    O primeiro capítulo da série sobre as músicas de festas juninas traz as origens dessa tradição e marchinhas pioneiras como Cai, cai, balão e Chegou a hora da fogueira.

    04.06.2017

    Playlist do Zuza

    Zuza Homem de Mello, nome consagrado quando o assunto é música brasileira, reúne no programa gravações de sua preferência, combinando registros consagrados e contemporâneos. Ele é autor de livros como “A canção no tempo” (em parceria com Jairo Severiano), “João Gilberto”, “Música com Z” e “A era dos festivais”. Playlist do Zuza é uma parceria com a Rádio USP (93.7 FM em São Paulo), que veicula o programa às 17h de sexta-feira, dia em que entra no site da Batuta. A Rádio MEC FM do Rio de Janeiro apresenta às 22h de sexta. O tema de abertura é "Incompatibilidade de gênios" (João Bosco e Aldir Blanc).

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    Simonal, K-Ximbinho, Luiza Dionizio, Goma-Laca…

    Simonal, K-Ximbinho, Luiza Dionizio, Goma-Laca…

    Zuza Homem de Mello apresenta duas versões de Meu limão, meu limoeiro com Wilson Simonal: em estúdio e, inédita em disco, ao vivo em São Paulo, há 50 anos (imagem reproduzida de vídeo). Faixas instrumentais e um projeto que redescobre antigas canções estão no programa.

    23.06.2017
    Tom Jobim, Nora Ney, Nei Lopes, Ricardo Silveira, Gaúcho da Fronteira…

    Tom Jobim, Nora Ney, Nei Lopes, Ricardo Silveira, Gaúcho da Fronteira…

    A playlist semanal de Zuza Homem de Mello tem artistas hoje pouco lembradas e artistas jovens que já começam a chamar atenção, como Grupo Fato e Mihay. O program tem samba, jazz, bolero e Tom Jobim como autor de um tema instrumental e como intérprete de uma valsa de Vinicius de Moraes.

    16.06.2017
    Mariene de Castro, Jussara Silveira, Wisnik & Tatit, Paulinho da Viola…

    Mariene de Castro, Jussara Silveira, Wisnik & Tatit, Paulinho da Viola…

    Cantoras de origem baiana, como Mariene de Castro (foto), compositores paulistas, sambistas cariocas, o pernambucano Almério e faixas instrumentais estão na nova seleção musical de Zuza Homem de Mello.

    09.06.2017

    Casa do Choro

    Em edições mensais, o programa (parceria da Batuta com a Casa do Choro, do Rio de Janeiro) apresenta um panorama da intensa produção contemporânea do choro. A renovação do gênero vem ocorrendo graças a compositores e intérpretes que conhecem bem a tradição de Pixinguinha e outros grandes músicos. Apresentado pelo cantor e pesquisador Pedro Paulo Malta e com roteiro de Malta e do violonista e arranjador Paulo Aragão, cada novo episódio entra no site da Batuta às segundas segundas-feiras do mês, às 22h. No mesmo horário vai ao ar na Rádio MEC FM do Rio de Janeiro (99.3 MHz). O tema do prefixo é Candango, de Pedro Paes, com a Furiosa Portátil.

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    Brasil e Argentina no choro

    Brasil e Argentina no choro

    No choro, não há rivalidade entre brasileiros e argentinos, mas troca de influências. O programa apresenta incursões de músicos da Argentina pelo nosso mais antigo gênero instrumental. Também mostra tangos compostos por Pixinguinha e Ernesto Nazareth. E conta com um choro inédito de...

    12.06.2017
    Maurício Carrilho

    Maurício Carrilho

    O violonista, compositor e arranjador está completando 60 anos reconhecido como um dos grandes do choro contemporâneo. O programa mostra a diversidade de sua obra, incluindo peça para orquestra, choros em compassos ímpares e canções.

    15.05.2017
    Pianistas populares

    Pianistas populares

    A segunda edição do Casa do Choro traça uma breve história do piano popular brasileiro, de Ernesto Nazareth aos contemporâneos Hercules Gomes (foto) e Maria Teresa Madeira, passando por Carolina Cardoso de Menezes, Tia Amélia e outros. É um piano muito rítmico, com mais balanço do que...

    10.04.2017

    A volta ao jazz em 80 mundos

    Reinaldo Figueiredo apresenta o programa, que estreou em 2013. Ele começou a gostar de jazz entrando pela porta da bossa nova. Depois de ver ao vivo Leny Andrade com o Bossa Três, saiu comprando discos de trio piano/baixo/bateria. Nos anos 1970, enquanto era cartunista no jornal O Pasquim, também tocava pandeiro num obscuro conjunto de choro que nem nome tinha, mas era apelidado de Época de Merda. Em 1984, com Hubert e Claudio Paiva, criou o tablóide de humor O Planeta Diário. Nos anos 1980 e 1990, integrante do Casseta & Planeta, participou como baixista dos shows musicais do grupo. Desde 1998 toca contrabaixo na CEJ (Companhia Estadual de Jazz), grupo dedicado ao samba-jazz. O título do programa faz ao alusão ao livro A volta ao dia em 80 mundos, do escritor argentino e jazzófilo Julio Cortázar. O prefixo do programa é Hot bean strut, do pianista panamenho Danilo Perez

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    Berimbau não é gaita e violoncelo não é contrabaixo

    Berimbau não é gaita e violoncelo não é contrabaixo

    Frequentemente confundido com o contrabaixo, o violoncelo é pouco associado ao jazz. Mas Reinaldo Figueiredo apresenta exemplos de bom uso do instrumento, como nos casos do cubano Yaniel Matos (foto), radicado no Brasil, e de Ron Carter, muito mais conhecido como contrabaixista.

    17.06.2017
    Elas, herdeiras de Ella

    Elas, herdeiras de Ella

    Reinaldo Figueiredo celebra o centenário de Ella Fitzgerald com gravações de cantoras que, cada uma do seu jeito, evocam o estilo da grande intérprete. Camille Bertault (foto), Esperanza Spalding, Dee Dee Bridgewater, Dianne Reeves e Leny Andrade são algumas delas.

    20.05.2017
    Dizzy Gillespie para presidente

    Dizzy Gillespie para presidente

    Em 1964, o trompetista Dizzy Gillespie teve a candidatura lançada à Casa Branca (ou Blues House, como gostaria de chamá-la). Ele se divertiu com a brincadeira e disse que, se ganhasse, nomearia para seu gabinete Miles Davis, Duke Ellington, Ray Charles e outros. Reinaldo Figueiredo seleciona...

    15.04.2017

    Prelúdios

    Arthur Dapieve apresenta o programa, que estreou em 2013. Ele é jornalista desde 1986, trabalhando na área de cultura no "Jornal do Brasil" e em "O Globo", do qual é colunista, além do site "NoPonto". Tem dez livros entre ficção e não ficção, alguns sobre música, como BRock - o rock brasileiro dos anos 80 (1995) e Renato Russo - O trovador solitário (2000). Escuta música clássica desde que era um adolescente fã de rock progressivo e hoje dedica a Bach, Tchaikovsky e Mahler a maioria do seu tempo.

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    Monteverdi, quatrocinquentão

    Monteverdi, quatrocinquentão

    Nos 450 anos de Claudio Monteverdi, tido como o inventor da ópera, Arthur Dapieve apresenta árias, peças sacras e madrigais que demonstram a atemporalidade da obra do compositor renascentista.

    27.05.2017
    Quatro anos…

    Quatro anos…

    O programa de Arthur Dapieve completa quatro temporadas com uma edição em que não há um tema costurando o repertório. O prazer de compartilhar o amor pela música clássica moveu suas escolhas: peças de Beethoven, Mozart, Mahler e outros, por intérpretes como Igor Levit (foto).

    29.04.2017
    Os noturnos

    Os noturnos

    Gênero criado pelo irlandês John Field (imagem), o noturno ganhou este nome por causa de seu formato livre, que se assemelha a divagações. Chopin é o nome maior, mas Arthur Dapieve seleciona outros compositores importantes, incluindo os brasileiros Ernesto Nazareth e Radamés Gnattali.

    25.03.2017

    Estúdio Batuta

    A Batuta recebe artistas em seu estúdio para entrevistas. E algumas dessas entrevistas acabam em música. Mostramos aqui, no Estúdio Batuta, um pouco das conversas e, também, os registros exclusivos de canções. As músicas do Estúdio Batuta também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).

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    Dori Caymmi – Brasil, canção e violão

    Dori Caymmi – Brasil, canção e violão

    De volta após 26 anos morando em Los Angeles e reafirmando-se nacionalista, Dori Caymmi lança o CD Voz de mágoa (Música do Brasil), todo voz e violão. Na Batuta, ele exalta seus ídolos, minimiza o tropicalismo e lamenta a situação nacional: "Este país não foi o que me prometeram".

    24.04.2017
    Lira Neto e a história do samba

    Lira Neto e a história do samba

    Lira Neto, autor de Uma história do samba, detalha as origens do gênero em entrevista a Joaquim Ferreira dos Santos. Dos antecedentes no século XIX à consolidação no início dos anos 1930, o escritor traça o panorama social e cultural que formou o samba. Ele desmonta clichês e...

    20.03.2017
    O expresso Mauro Senise

    O expresso Mauro Senise

    No estúdio da Batuta, o flautista e saxofonista Mauro Senise comenta os três CDs que gravou em 2016, sendo dois já lançados. "Se eu ficar em casa, esperando a Fátima Bernardes chamar para tocar no programa dela, estou ferrado", brinca ele sobre sua alta produtividade. Ele toca "Da cor do...

    12.11.2016

    Ouve essa

    O programa semanal é destinado a pescar pérolas pouco conhecidas do acervo musical do IMS. A matéria-prima são as coleções dos pesquisadores José Ramos Tinhorão e Humberto Franceschi. A seleção dos fonogramas é de Joaquim Ferreira dos Santos. O ouvinte da Batuta pode fazer suas pesquisas em acervo.ims.com.br. É necessário utilizar o navegador Mozilla Firefox.

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    Boa noite, passe bem

    Boa noite, passe bem

    Aurora Miranda não atingiu o estrelato de sua irmã mais velha, Carmen, mas fez enorme sucesso, especialmente na década de 1930. Esta gravação de um divertido samba de Gadé e Valfrido Silva é de 1936.

    21.06.2017
    …E o 56 não veio

    …E o 56 não veio

    O cantor Deo ficou conhecido como "o ditador de sucessos", tantos ele emplacou nas décadas de 1930 e 1940. Um deles, de 1944, foi ...E o 56 não veio, de Wilson Batista e Haroldo Lobo, com referência no título a um bonde que circulava no Rio de Janeiro.

    14.06.2017
    A noite do meu bem

    A noite do meu bem

    Sonia Dutra foi considerada uma das mais bonitas cantoras brasileiras. Também tinha bela voz, como prova sua gravação de A noite do meu bem, de Dolores Duran, feita em 1959.

    07.06.2017

    Ontem e sempre

    A ideia deste programa é permitir comparações entre registros de épocas diferentes. Uma canção dos anos 1930, por exemplo, pode ter tido regravações significativas nas décadas seguintes. Ouvi-las em sequência dá a possibilidade (e, espera-se, o prazer) de se cotejar interpretações e arranjos.

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    O trio de ouro de Gilberto Gil

    O trio de ouro de Gilberto Gil

    Neste 26 de junho, quando Gilberto Gil completa 74 anos, a Batuta apresenta interpretações do artista para peças do repertório de seus três grandes mestres: Dorival Caymmi, Luiz Gonzaga e João Gilberto. E ainda mostra as versões dos mestres. A seleção é de Joaquim Ferreira dos Santos.

    26.06.2016
    Chico canta

    Chico canta

    Chico Buarque completa 72 anos neste 19 de junho consagradíssimo como compositor, mas ainda dividindo opiniões como cantor. Numa seleção feita por Joaquim Ferreira dos Santos, é possível ouvir dez interpretações feitas por Chico de músicas alheias e compará-las com outras versões.

    19.06.2016
    João Gilberto, 85

    João Gilberto, 85

    Toda música se transforma em outra após ser tocada por João Gilberto. Para saudar os 85 anos do artista, a Batuta selecionou dez pares de gravações para que se possa comparar como certas canções foram interpretadas por outros e como foram por ele.

    10.06.2016

    Crônicas do Joaquim

    Joaquim Ferreira dos Santos entrou no mundo das crônicas pela leitura dos textos de Rubem Braga, Fernando Sabino e Paulo Mendes Campos na revista Manchete dos anos 1960. As primeiras músicas, ouviu pela Rádio Nacional dos anos 1950. Jornalista desde 1969, trabalhou nos principais jornais e revistas brasileiros. No programa, ele mistura as duas influências e costura o texto, curto e leve, com vinhetas musicais. Publicou três livros de crônicas (O que as mulheres procuram na bolsa, Em busca do borogodó perdido e Minhas amigas) e quatro de não-ficção (Um homem chamado Maria, Feliz 1958 - O ano que não devia acabar, Leila Diniz - Uma revolução na praia e Enquanto houver champanhe, há esperança - Uma biografia de Zózimo Barrozo do Amaral). Também organizou o livro As cem melhores crônicas brasileiras.

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    O sargento Pimenta e o general Cesar Villela

    O sargento Pimenta e o general Cesar Villela

    Antes de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, o disco dos Beatles que está completando 50 anos, álbuns brasileiros já exibiam letras na contracapa e tinham sofisticados projetos gráficos, graças principalmente ao artista Cesar G. Villela, como conta Joaquim Ferreira dos Santos.

    16.06.2017
    A Diamantina de Chichico Alkmim e Milton Nascimento

    A Diamantina de Chichico Alkmim e Milton Nascimento

    As fotos da mineira Diamantina feitas por Chichico Alkmin, na primeira metade do século XX, e expostas no IMS-RJ indicam esperança no que seria o Brasil. Já a canção Beco do Mota faz um retrato sombrio do país sob o regime militar. Joaquim Ferreira dos Santos comenta as duas visões.

    02.06.2017
    A história de uma voz romântica

    A história de uma voz romântica

    Evaldo Braga é tema da biografia Eu não sou lixo, de Gonçalo Junior. O cantor teria sido abandonado numa lixeira pela mãe, a quem passou a vida procurando. O título do livro é o mesmo de uma canção sua e, segundo Joaquim Ferreira dos Santos, vale como um grito de protesto contra...

    17.05.2017

    Literatura em voz alta

    O programa apresenta gravações de poemas, contos e trechos de romances, feitas muitas vezes pelos próprios autores, em registros pouco conhecidos. Também há trechos de palestras, como as realizadas no Clube de Leitura do IMS.

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    Carolina de Jesus: uma voz soberana

    Carolina de Jesus: uma voz soberana

    Elena Pajaro Peres, da USP, deu uma conferência no IMS-SP sobre a autora de Quarto de despejo, livro sobre a vida na favela do Canindé, em São Paulo. A Batuta apresenta trechos da palestra, como o destaque dado à frase "Meu nome é Carolina Maria de Jesus. Eu sou preta".

    01.05.2017
    Clube de leitura – São Bernardo

    Clube de leitura – São Bernardo

    As contradições do narrador Paulo Honório e sua busca pelo afeto perdido foram destacados pelo professor Gilberto Araújo, da UFRJ, nas duas conversas sobre "São Bernardo", de Graciliano Ramos, no Clube de Leitura do IMS.

    15.02.2017
    Clube de Leitura – Machado de Assis e Shakespeare

    Clube de Leitura – Machado de Assis e Shakespeare

    Marta de Senna, presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa, destacou no Clube de Leitura do IMS que Machado de Assis quase sempre buscava um efeito cômico ao citar Shakespeare em suas obras. Ela ainda rechaçou a ideia de que Machado foi uma criança pobre.

    07.02.2017

    Rádio Pensamento

    A Rádio Pensamento é um espaço da Rádio Batuta voltado para entrevistas e comentários que podem passear por filosofia, sociologia e artes, buscando visões originais sobre temas diversos.

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    Canções de ontem e hoje: “Perdeu”

    Canções de ontem e hoje: “Perdeu”

    Guilherme Wisnik gostaria de tocar Vai passar, de Chico Buarque, em sua série no "Espaço em obra" (Rádio USP) sobre músicas que permanecem fortes. Mas a situação social e política do país o fez optar pela sombria Perdeu, de Caetano Veloso.

    09.06.2017
    Imagens contra o racismo e a exclusão

    Imagens contra o racismo e a exclusão

    A exposição Todo poder ao povo, com trabalhos do artista que construiu a iconografia do movimento Panteras Negras nos EUA, é importante para o Brasil de hoje, diz Guilherme Wisnik. Na coluna "Espaço em obra" (Rádio USP), ele também comenta o filme Eu não sou seu negro.

    26.05.2017
    Canções de ontem e hoje: “Maioria sem nenhum”

    Canções de ontem e hoje: “Maioria sem nenhum”

    "Uns com tanto/ Outros tanto com algum/ Mas a maioria sem nenhum." Estes versos de Elton Medeiros, que nunca caem em desuso no Brasil, são do samba selecionado por Guilherme Wisnik para a série de sua coluna "Espaço em obra" (Rádio USP) sobre músicas do passado que permanecem atuais.

    19.05.2017