Aracy de Almeida

Noel e Vadico

A parceria entre o compositor carioca e o pianista paulistano rendeu apenas dez canções, mas entre elas estão obras inesquecíveis: Feitio de oração, Feitiço da Vila, Conversa de botequim, Pra que mentir?.

14.05.2017

Noel e os malandros

A relação do compositor com a malandragem era controvertida. Ele admirava os personagens, mas também fazia sambas críticos a eles. No repertório, Rapaz folgado, O século do progresso e Mulato bamba.

07.05.2017

Noel filósofo

Por causa de suas letras sofisticadas, Noel Rosa foi chamado de “filósofo do samba”. As ideias e imagens engenhosas do compositor aparecem em músicas como Filosofia, Positivismo e João Ninguém.

30.04.2017

Noel e a Vila

Noel Rosa cantou Vila Isabel em apenas quatro composições, mas ficou totalmente associado ao lugar em que nasceu, sendo chamado de Poeta da Vila. Dois clássicos da música brasileira, Feitiço da Vila e Palpite infeliz, são dedicados ao bairro.

16.04.2017

Cantores e seus compositores

Francisco Alves comprava sambas de Ismael Silva. Carmen Miranda gravou 24 músicas de Assis Valente. Aracy de Almeida era uma das favoritas de Noel Rosa. A série dos cem anos do samba trata das relações nem sempre pacíficas entre intérpretes e seus autores de cabeceira.

25.12.2016

Rubem Braga, o crítico musical

A antologia “Os moços cantam” reúne quase cem textos de Rubem Braga sobre música. Ele dizia ter “ouvido grosso”. Não gostava de Orlando Silva (adepto de certo “bezerramento desmamado”), achava da “maior banalidade” as letras do amigo Vinicius de Moraes e saiu em defesa de Rita Lee.

08.09.2016

Madame Satã, possível inspiração de "Mulato bamba"

Sambas para frente

O samba tocou em temas, nas décadas de 1930 e 1940, que a sociedade evitava discutir. Noel Rosa, por exemplo, falou de homossexualidade em “Mulato bamba”, talvez inspirado em Madame Satã (foto). E Wilson Baptista defendeu em “Lealdade” que o amor deve ser infinito enquanto dure, livre de obrigações sociais.

04.07.2016

Machismo no samba

As mulheres apanhavam muito nos sambas da primeira metade do século XX. Boas só as Amélias e Emílias. As letras incomodam hoje, mas as ótimas melodias sobreviveram. Nas últimas décadas, o machismo diminuiu muito no samba, mas não desapareceu.

27.06.2016