Guilherme Wisnik

Para sempre Luiz Melodia

Para sempre Luiz Melodia

Guilherme Wisnik, em sua coluna “Espaço em obra” (Rádio USP), homenageia Luiz Melodia listando-o entre os maiores cantores brasileiros, com sua voz de “trompete com surdina”, e recordando versos precisos como “Se a gente falasse menos/ Talvez compreendesse mais”.

10.08.2017

Gonzaguinha

Canções de ontem e hoje: “Comportamento geral”

Para refletir sobre o Brasil de 2017, Guilherme Wisnik selecionou para sua coluna “Espaço em obra” (Rádio USP) uma canção de 1973, feita por Gonzaguinha num dos momentos mais repressivos da ditadura militar.

04.08.2017

O espetáculo dos museus

O espetáculo dos museus

A exposição “Coleção de museus”, de Leonardo Finotti, um dos principais fotógrafos de arquitetura do mundo, é o tema de Guilherme Wisnik em sua coluna “Espaço em obra” (Rádio USP). Ele destaca como os museus se tornaram ícones da chamada “cultura do espetáculo”.

27.07.2017

A febre do Whatsapp

A febre do Whatsapp

As ferramentas digitais abrem possibilidades inéditas de comunicação, mas nos roubam atenção que poderíamos dedicar a outros assuntos, afirma Guilherme Wisnik na coluna “Espaço em obra” (Rádio USP). Quanto mais respondemos mensagens, mais elas aparecem. “É uma espécie de inferno.”

06.07.2017

Canções de ontem e hoje: "Saudosa maloca"

Canções de ontem e hoje: “Saudosa maloca”

A tentativa de demolição na Cracolândia de um prédio com pessoas dentro remete a uma canção-símbolo de São Paulo: Saudosa maloca. Guilherme Wisnik comenta a composição de Adoniran Barbosa em sua coluna “Espaço em obra” (Rádio USP) e seleciona a gravação de Celso Sim.

29.06.2017

Caetano Veloso

Canções de ontem e hoje: “Perdeu”

Guilherme Wisnik gostaria de tocar Vai passar, de Chico Buarque, em sua série no “Espaço em obra” (Rádio USP) sobre músicas que permanecem fortes. Mas a situação social e política do país o fez optar pela sombria Perdeu, de Caetano Veloso.

08.06.2017

Imagens contra o racismo e a exclusão

Imagens contra o racismo e a exclusão

A exposição Todo poder ao povo, com trabalhos do artista que construiu a iconografia do movimento Panteras Negras nos EUA, é importante para o Brasil de hoje, diz Guilherme Wisnik. Na coluna “Espaço em obra” (Rádio USP), ele também comenta o filme Eu não sou seu negro.

01.06.2017

Elton Medeiros

Canções de ontem e hoje: “Maioria sem nenhum”

“Uns com tanto/ Outros tanto com algum/ Mas a maioria sem nenhum.” Estes versos de Elton Medeiros, que nunca caem em desuso no Brasil, são do samba selecionado por Guilherme Wisnik para a série de sua coluna “Espaço em obra” (Rádio USP) sobre músicas do passado que permanecem atuais.

18.05.2017