samba

Caco Velho

Nega

O gaúcho Caco Velho foi um cantor de sambas malandros, que rodou pelo mundo, emplacou um sucesso na voz da rainha do fado Amália Rodrigues e sempre voltou para São Paulo. A divertida Nega é prova de seu estilo.

22.03.2017

Lira Neto

Lira Neto e a história do samba

Lira Neto, autor de Uma história do samba, detalha as origens do gênero em entrevista a Joaquim Ferreira dos Santos. Dos antecedentes no século XIX à consolidação no início dos anos 1930, o escritor traça o panorama social e cultural que formou o samba. Ele desmonta clichês e defende que os fatos são bem mais complexos do que os clichês que vigoraram por décadas.

20.03.2017

Caixa alta em Paris

O programa semanal Ouve Essa, destinado a pescar pérolas do acervo musical do IMS, começa com “Caixa alta em Paris”, exemplar do humor e do balanço de Jorge Veiga. O cantor era conhecido como “o caricaturista do samba”. A gravação é de 1962.

14.03.2017

O carnaval em J. Carlos

O sisudo J. Carlos foi um apaixonado e brilhante cronista visual do carnaval carioca da primeira metade do século XX. Grande conhecedor de sua obra, Cássio Loredano ilumina a relação do artista com a festa e seleciona músicas citadas nas ilustrações.

06.03.2017

Malandragem, dá um tempo: 90 anos de Bezerra da Silva

Bezerra da Silva já era adulto quando determinou que nascera num 23 de fevereiro. Sendo assim, teria completado 90 anos. Foi um Bob Dylan dos pobres, diz Joaquim Ferreira dos Santos. Um cronista de morros que não ficavam pertinho do céu, mas do inferno.

24.02.2017

Serra, Serrinha, Serrano – 70 anos de Império

Aguardado há três décadas, o relançamento de “Serra, Serrinha, Serrano” conta com ainda mais informações a história de uma escola comprometida com as origens africanas e populares do samba: o Império Serrano. Rachel Valença, autora ao lado de Suetônio Valença, selecionou dez músicas que exaltam a agremiação carioca. O Império completa 70 anos.

21.02.2017

Música de carnaval – Sambas na alegria e na tristeza

Se as marchinhas buscam sempre a alegria, os sambas carnavalescos têm, com frequência, letras nostálgicas ou falando de amores perdidos. São músicas que embalam e também emocionam os foliões.

19.02.2017

No tempo de Blecaute, Cinco Crioulos e Bola Sete

Músicos já adotaram nomes hoje consideradas racistas, como Blecaute (foto), Gasolina, Bola Sete e Cinco Crioulos. Joaquim Ferreira dos Santos especula em sua crônica o que pode acontecer com esses artistas em tempos de revisão histórica.

10.02.2017