samba

Elton Medeiros

Canções de ontem e hoje: “Maioria sem nenhum”

“Uns com tanto/ Outros tanto com algum/ Mas a maioria sem nenhum.” Estes versos de Elton Medeiros, que nunca caem em desuso no Brasil, são do samba selecionado por Guilherme Wisnik para a série de sua coluna “Espaço em obra” (Rádio USP) sobre músicas do passado que permanecem atuais.

19.05.2017

Noel e os morros

Noel Rosa aproximou “asfalto” e “morro”, como se dizia na sua época. Foi parceiro e amigo de Ismael Silva, Cartola, Heitor dos Prazeres e outros, reforçando a qualidade e o alcance das criações dos compositores populares.

23.04.2017

Noel e a Vila

Noel Rosa cantou Vila Isabel em apenas quatro composições, mas ficou totalmente associado ao lugar em que nasceu, sendo chamado de Poeta da Vila. Dois clássicos da música brasileira, Feitiço da Vila e Palpite infeliz, são dedicados ao bairro.

16.04.2017

Baiana no Harlem

Craque do boogie-woogie, a mistura de samba e jazz que fez sucesso a partir da década de 1940, o compositor Denis Brean imaginou, em parceria com Oswaldo Guilherme, a música brasileira fazendo sucesso nos EUA. O resultado foi Baiana no Harlem, gravada por Linda Batista em 1950.

04.04.2017

Caco Velho

Nega

O gaúcho Caco Velho foi um cantor de sambas malandros, que rodou pelo mundo, emplacou um sucesso na voz da rainha do fado Amália Rodrigues e sempre voltou para São Paulo. A divertida Nega é prova de seu estilo.

22.03.2017

Lira Neto

Lira Neto e a história do samba

Lira Neto, autor de Uma história do samba, detalha as origens do gênero em entrevista a Joaquim Ferreira dos Santos. Dos antecedentes no século XIX à consolidação no início dos anos 1930, o escritor traça o panorama social e cultural que formou o samba. Ele desmonta clichês e defende que os fatos são bem mais complexos do que as versões que vigoraram por décadas.

20.03.2017

Caixa alta em Paris

O programa semanal Ouve Essa, destinado a pescar pérolas do acervo musical do IMS, começa com “Caixa alta em Paris”, exemplar do humor e do balanço de Jorge Veiga. O cantor era conhecido como “o caricaturista do samba”. A gravação é de 1962.

14.03.2017

O carnaval em J. Carlos

O sisudo J. Carlos foi um apaixonado e brilhante cronista visual do carnaval carioca da primeira metade do século XX. Grande conhecedor de sua obra, Cássio Loredano ilumina a relação do artista com a festa e seleciona músicas citadas nas ilustrações.

06.03.2017