Wilson Batista

Deo

…E o 56 não veio

O cantor Deo ficou conhecido como “o ditador de sucessos”, tantos ele emplacou nas décadas de 1930 e 1940. Um deles, de 1944, foi …E o 56 não veio, de Wilson Batista e Haroldo Lobo, com referência no título a um bonde que circulava no Rio de Janeiro.

14.06.2017

Noel e os malandros

Noel e os malandros

A relação do compositor com a malandragem era controvertida. Ele admirava os personagens, mas também fazia sambas críticos a eles. No repertório, Rapaz folgado, O século do progresso e Mulato bamba.

07.05.2017

Noel e a Vila

Noel e a Vila

Noel Rosa cantou Vila Isabel em apenas quatro composições, mas ficou totalmente associado ao lugar em que nasceu, sendo chamado de Poeta da Vila. Dois clássicos da música brasileira, Feitiço da Vila e Palpite infeliz, são dedicados ao bairro.

16.04.2017

Mulheres: machismo nacional e musical

Mulheres: machismo nacional e musical

O infeliz discurso de Michel Temer no Dia Internacional da Mulher encontra eco na tradição da música brasileira, na qual não faltam canções machistas: de “Ai, que saudades da Amélia” a exemplos recentes.

12.03.2017

Sambas à venda

Sambas à venda

Francisco Alves (foto) comprava sambas, Noel Rosa vendia, Moreira da Silva comprava, Wilson Baptista vendia… Muitas músicas foram negociadas até meados do século XX, e tem pouco valor fazer julgamentos morais hoje. Mas vale conhecer essa história de fome e fama, dinheiro e falta dele.

11.07.2016

Madame Satã, possível inspiração de "Mulato bamba"

Sambas para frente

O samba tocou em temas, nas décadas de 1930 e 1940, que a sociedade evitava discutir. Noel Rosa, por exemplo, falou de homossexualidade em “Mulato bamba”, talvez inspirado em Madame Satã (foto). E Wilson Baptista defendeu em “Lealdade” que o amor deve ser infinito enquanto dure, livre de obrigações sociais.

04.07.2016

Machismo no samba

Machismo no samba

As mulheres apanhavam muito nos sambas da primeira metade do século XX. Boas só as Amélias e Emílias. As letras incomodam hoje, mas as ótimas melodias sobreviveram. Nas últimas décadas, o machismo diminuiu muito no samba, mas não desapareceu.

27.06.2016

Malandro é malandro, sambista é sambista

Malandro é malandro, sambista é sambista

Boêmios e andando no limite da marginalidade, os malandros protagonizaram as letras de samba na virada dos anos 1920 para os 1930. Estiveram no centro da polêmica Noel Rosa x Wilson Baptista. E, como prova Bezerra da Silva, nunca saíram de cartaz.

06.06.2016