O jornalista Flávio Pinheiro, superintendente executivo do IMS, classifica Vida e destino como um “colosso literário”. Não só por suas mais de 900 páginas, mas pelo painel da Segunda Guerra Mundial que o russo Vasily Grossman (1905-1964) faz, combinando jornalismo e ficção potentes. É uma obra anti-stalinista e antifascista e, sobretudo, humanista, diz Pinheiro, que lê trechos marcantes.