O ano de 1939 assistiu ao fim da Guerra Civil Espanhola, mas, por outro lado, viu o início da Segunda Guerra Mundial com a invasão da Polônia por parte da Alemanha. A mesma Alemanha que havia, um mês antes da invasão, assinado um pacto de não-agressão com a União Soviética. Aqui no Brasil, a censura aos meios de comunicação se intensificava com a criação do Departamento de Imprensa e Propaganda, o DIP, que tinha como objetivo promover o Estado Novo. Na área cultural, os destaques foram: a primeira transmissão pública da televisão, realizada no dia 20 de abril, em Nova York; a estreia do filme “E o vento levou”, clássico campeão de bilheteria; e as primeiras gravações em disco de Frank Sinatra nos Estados Unidos e Emilinha Borba aqui. Mas o grande sucesso por aqui foi mesmo um samba de Ary Barroso, que virou marca registrada do país: “Aquarela do Brasil”.

Bloco 1
Aquarela do Brasil (Ary Barroso) – Francisco Alves
Camisa amarela (Assis Valente) – Araci de Almeida

Bloco 2
Deusa da minha rua (Newton Teixeira e Jorge Faraj) – Sílvio Caldas
Salão grená (Paulo Barbosa e Francisco Célio) – Carlos Galhardo
Sertaneja (René Bittencourt) – Orlando Silva

Bloco 3
O que é que a baiana tem (Dorival Caymmi) – Carmen Miranda e Dorival Caymmi
Uva de caminhão (Assis Valente) – Carmen Miranda

Bloco 4
Da cor do pecado (Bororó) – Sílvio Caldas
Pra que mentir (Noel Rosa e Vadico) – Sílvio Caldas
Florisbela (Antônio Nássara e Erastóstenes Frazão) – Sílvio Caldas

Bloco 5
Joujoux e balangandãs (Lamartine Babo) – Mário Reis e Mariah
Pedro, Antônio e João (Benedito Lacerda e Osvaldo Santiago) – Dalva de Oliveira
Noites de junho (João de Barro e Alberto Ribeiro) – Dalva de Oliveira
Hino do carnaval brasileiro (Lamartine Babo) – Almirante

Bloco 6
A jardineira (Benedito Lacerda e Humberto Porto) – Orlando Silva

 

 

Baseado no livro “A canção no tempo”, de Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello
Adaptação e pesquisa: Carla Paes Leme
Locução: Cláudia Diniz
Sonorização: Filipe di Castro
Edição: Carla Paes Leme e Filipe de Castro
Supervisão: Francisco Bosco