O ano de 1950 foi marcado pela inauguração do então maior estádio do mundo, Estádio Mário Filho, o nosso Maracanã. A abertura foi no dia 17 de junho com um jogo entre as seleções paulista e carioca. Apesar de o primeiro gol ter sido marcado por Didi, do time do Rio de Janeiro, foram os paulistas que venceram a partida por 3 x 1. Se os cariocas ficaram tristes na inauguração do Maracanã, o Brasil inteiro ficou arrasado quando a seleção brasileira perdeu, por 2 x 1, a decisão da Copa do Mundo para o Uruguai, no dia seis de julho daquele mesmo ano.

Bloco 1
General da banda (Sátiro de Melo, Tancredo Silva e José Alcides) – Blecaute
Se é pecado sambar (João Santana) – Marlene com acompanhamento do maestro Severino Araújo e Orquestra Tabajara

Bloco 2
Antonico (Ismael Silva) – Alcides Gerardi
Amargura (Radamés Gnattali e Alberto Ribeiro) – Lúcio Alves
Boneca de pano (Assis Valente) – Quatro Ases e um Coringa
Cadeira vazia (Lupicínio Rodrigues) – Francisco Alves
Maria Rosa (Lupicínio Rodrigues e Alcides Gonçalves) – Francisco Alves

Bloco 3
Paraíba (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira) – Emilinha Borba
Baião de dois (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira) –Quatro Ases e um Coringa
Pé de manacá (Hervé Cordovil e Marisa P. Coelho) – Hervé Cordovil e Isaura Garcia
Sabiá na gaiola (Hervé Cordovil e Mário Vieira) – Carmélia Alves
Trem O-Lá-Lá (Lauro Maia e Humberto Teixeira) – Carmélia Alves com acompanhamento da Orquestra Copacabana

Bloco 4
Que será (Marino Pinto e Mário Rossi) –  Dalva de Oliveira
Tudo acabado (J. Piedade e Osvaldo Martins) – Dalva de Oliveira
Errei sim (Ataulfo Alves) – Dalva de Oliveira
Olhos verdes (Vicente Paiva) – Dalva de Oliveira

Bloco 5
Nega maluca (Fernando Lobo e Evaldo Rui) – Linda Batista
A coroa do rei (Haroldo Lobo e David Nasser) – Dircinha Batista
Rio de Janeiro (Ary Barroso) – Roberto Inglez e orquestra
Naná (Ruy Rey e Rutinaldo) (rumba) – Ruy Rey

Bloco 6
Qui nem jiló (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira) – Luiz Gonzaga
Chofer de praça (Fernando Lobo e Evaldo Rui) – Luiz Gonzaga
Cintura fina (Luiz Gonzaga e Zé Dantas) – Luiz Gonzaga
Forró de Mané Vito (Luiz Gonzaga e Zé Dantas) – Luiz Gonzaga
No Ceará não tem disso, não (Guio de Morais) – Luiz Gonzaga
Assum preto (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira) – Luiz Gonzaga

Bloco 7
Balzaqueana (Antônio Nássara e Wilson Batista) – Jorge Goulart
Marcha do gago (Armando Cavalcanti e Klecius Caldas) – Oscarito
Meu brotinho (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira) – Francisco Carlos
Serpentina (Haroldo Lobo e David Nasser) – Nelson Gonçalves
Daqui não saio (Paquito e Romeu Gentil) – Vocalistas Tropicais

Baseado no livro “A canção no tempo”, de Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello
Adaptação, pesquisa e texto: Carla Paes Leme
Locução: Cláudia Diniz
Sonorização e edição: Filipe di Castro

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