Paulo Henriques Britto repassa em entrevista a Alice Sant’Anna sua trajetória de poeta, cujos dois primeiros livros estão saindo, mais uma vez, reunidos no título Mínima lírica (Companhia das Letras). Ele recorda como foi forte a influência sobre sua geração de João Cabral de Melo Neto, de quem absorveu a secura, mas, sendo “mais subjetivo” do que o autor de Morte e vida severina. Professor de literatura e um dos principais tradutores brasileiros de língua inglesa, Britto fala de estruturas métricas rígidas e dos versos livres, e ainda ressalta sua paixão pela música. Por fim, lê quatro de seus poemas.

 

Edição: Filipe Di Castro