Uma frase de O segundo sexo ganhou vida própria, tornando-se célebre e quase banal: “Não se nasce mulher, torna-se mulher”. O livro de Simone de Beauvoir é muito mais do que isso, ressalta Carla Rodrigues, professora de filosofia na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e pesquisadora da Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro). A obra de 1949 é “o principal fundamento da revolução feminista” e está, hoje, intensamente viva, ganhando novas interpretações.

 

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