Chico Buarque começou a compor por influência da bossa nova, sobretudo de seu "maestro soberano", Tom Jobim. Estabeleceu Tem mais samba (1964) como o marco inicial de sua carreira, que passou pelas canções políticas, por causa da ditadura militar, e que tem como um de seus pontos altos as músicas de amor, nas quais ele demonstra especial capacidade para escrever na voz feminina, caso de Olhos nos olhos. Nas últimas décadas, dedicou-se também à literatura, passou a compor menos, mas com requinte e delicadeza, como prova Futuros amantes.

Músicas

Paratodos (Chico Buarque) – Chico Buarque

Tem mais samba (Chico Buarque) – Chico Buarque

Roda viva (Chico Buarque) – Chico Buarque

Deus lhe pague (Chico Buarque) – Chico Buarque

Olhos nos olhos (Chico Buarque) – Chico Buarque

Futuros amantes (Chico Buarque) – Chico Buarque

Cotidiano (Chico Buarque) – Chico Buarque
 

Apresentação: Luiz Fernando Vianna (com Débora Freitas, da CBN)

Roteiro: Luiz Fernando Vianna

Edição e sonorização: Filipe Di Castro