Os primeiros anos da década de 20 foram marcados por várias mudanças, tanto políticas, quanto tecnológicas e culturais. O ano de 1921, por exemplo, foi testemunha da descoberta da insulina, importante para o tratamento de diabetes e que valeu o Prêmio Nobel a seus pesquisadores canadenses: Frederick Banting e Charles Best.

Bloco 1
Esta nega qué me dá (Caninha e Lezute) – Grupo do Moringa
Mimosa (Leopoldo Fróes) – Leopoldo Fróes
Paixão de artista (Eduardo Souto) – Vicente Celestino
Ai amor (Freire Júnior) – Bahiano

Bloco 2
Ai seu mané (Freire Júnior e Careca) – Bahiano e Corpo de Cordas Canalhas das Ruas
Papagaio come milho (e periquito leva a fama) (Francisco da Rocha) – Bahiano
A espingarda (Jararaca) – Bahiano
Luar de Paquetá (Freire Júnior e Hermes Fontes) – Bahiano

Bloco 3
Tristezas do jeca (Angelino de Oliveira) – Patrício Teixeira
Triste carnaval (Américo Jacomino – conhecido como Canhoto – e Arlindo Leal) – Vicente Celestino
Sai da raia (Sinhô) – Bahiano

Bloco 4
Tatu subiu no pau (Eduardo Souto) – Bahiano
Goiabada (Eduardo Souto) – Bahiano
Caiuby (Canção da cabocla bonita) (Pedro Sá Pereira) – Vicente Celestino
Vênus (José Francisco de Freitas) – Carlos Lima

Bloco 5
Branca (Zequinha de Abreu) – Orquestra Colbaz
A vida é um jardim onde as mulheres são as flores (Zeca Ivo e José Francisco de Freitas) – Vicente Celestino
O cigano (Marcelo Tupinambá e João do Sul, pseudônimo de Gastão Barroso) – Vicente Celestino

Bloco 6
Ave Maria (Erotides Campos) – Pedro Celestino
Fubá (Romeu Silva) – Fernando Albuquerque

 
Baseado no livro “A canção no tempo”, de Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello
Adaptação, pesquisa e texto: Carla Paes Leme
Locução: Cláudia Diniz
Sonorização: Filipe Di Castro
Edição: Carla Paes Leme e Filipe Di Castro
Supervisão: Francisco Bosco

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