Do lado A, “Bim bom”, do próprio João Gilberto. Do lado B, “Chega de saudade”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. O disco que João Gilberto lançou em agosto de 1958 foi o último grande momento da história das gravações em 78 rotações no Brasil. Para Joyce Moreno, que participa deste episódio conversando com Pedro Paulo Malta, “é o acontecimento mais importante da música brasileira em todos os tempos”.

Ela conta como João deixou de ser “um Orlando Silva mal resolvido”, nas gravações do início dos anos 1950, e virou, para os músicos que se tornaram seus devotos, “a nossa Bíblia, o nosso Alcorão”.

Esse disco está entre os mais de 46 mil, todos em 78 rpm, que compõem o acervo do site Discografia Brasileira, do IMS.

Conheça o documentário “Tim tim por tim tim: A música de João Gilberto”.

 

Roteiro e apresentação: Pedro Paulo Malta

Edição: Luiza Silvestrini

Sonorização: Claudio Antonio

Gravação: Filipe Di Castro

Supervisão: Luiz Fernando Vianna

Identidade visual: Kiko Farkas

Distribuição: Mario Tavares

 

Outros episódios:

Episódio 1 – O tesouro de Chiquinha Gonzaga

Episódio 2 – Francisco Alves no meio da história do samba

Episódio 3 – A linda morena de Lamartine

Episódio 4 – O Bando da Lua e outras vozes

Episódio 5 – Um disco, dois Pixinguinhas: ‘Carinhoso’ e ‘Rosa’

Episódio 6 – Aracy de Almeida canta o miserê e a orgia

Episódio 7 – O mar e o violão de Dorival Caymmi

Episódio 8 – ‘Asa branca’ nasceu antes de Luiz Gonzaga criá-la

Episódio 9 – Jacob do Bandolim ilumina Ernesto Nazareth