Os sambas de Monsueto podiam ter intenções sociais ou filosóficas e ficavam perfeitos na interpretação de Marlene, uma cantora de estilo teatral e também interessada nesses temas. Para o carnaval de 1955, Monsueto (em parceria com Arnaldo Passos) e Marlene apresentaram Mora na filosofia. A música também está no site Discografia Brasileira, do IMS.

 

Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos

Edição: Filipe Di Castro