Jorge Faraj, grande letrista romântico de sua época, jornalista por toda a vida, desenvolveu uma espécie de romance telefônico com uma leitora do jornal em que trabalhava. Da redação, ele falava diariamente com a mulher sobre quem nunca comentou com ninguém. João Máximo conta que ele transformou a história no samba-canção O telefone do amor, gravado por Sílvio Caldas em 1935.

Apresentação: João Máximo

Edição e sonorização: Filipe Di Castro