Gênero por excelência dos diletantes e curiosos, o ensaio eterniza o transitório, abraça o risco e trabalha com a inquietude. Na primeira aula da Oficina Literária Flip/serrote, Paulo Roberto Pires apresenta diversas abordagens sobre a conceituação do ensaio como gênero autônomo e traça sua história, de Montaigne até a crise de mediação dos dias atuais. Francisco Bosco, o convidado do dia, apresenta sua trajetória de poeta a ensaísta e explica sua decisão pelo uso de questões concretas e o compromisso com o comum.