“Samba é como passarinho; é de quem pegar.” A frase atribuída a Sinhô, embora soe um tanto cínica, reflete como se dava a produção musical nos primórdios do agora centenário do samba. Com o surgimento de uma indústria fonográfica e a ampliação das chances de se ganhar dinheiro com composições, essas apropriações passam a ser entendidas como roubo e a gerar polêmica. O segundo programa da série sobre os cem anos conta alguns casos.

Repertório

Ora vejam só (Sinhô) – Mario Reis

Gosto que me enrosco (Sinhô) – Dorival Caymmi

Fita amarela (Noel Rosa) – Zeca Pagodinho

Arrasta a sandália (Aurélio Gomes e Baiaco) – Moreira da Silva

Implorar (Germano Augusto, Kid Pepe e J. S. Gaspar) – Moreira da Silva

De babado (Noel Rosa e João Mina) – João Nogueira e Alcione

 

Apresentação: Luiz Fernando Vianna (com Débora Freitas, da CBN)

Roteiro: Luiz Fernando Vianna

Edição e sonorização: Filipe Di Castro