Em 1939, quando gravou Sertaneja, de René Bittencourt, Orlando Silva estava no auge. Era ao mesmo tempo o cantor das multidões e o queridíssimo dos críticos. “Você jamais saberá em que momento da canção ele respirou”, escreveu José Ramos Tinhorão sobre a técnica do cantor. Orlando influenciou, entre outros, João Gilberto. A gravação integra o acervo da Discografia Brasileira.

 

Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos

Edição: Filipe Di Castro