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Grada Kilombo e Stephanie Borges

Grada Kilomba e Stephanie Borges

Autora de Memórias da plantação, a portuguesa Grada Kilombo falou à poeta Stephanie Borges de seu espanto com marcas do Brasil como a porta da frente e a porta dos fundos. “São serviços de humilhação: limpar o lixo, servir o café. É anterior ao colonialismo. É escravatura.”

29.07.2019

Jorge Coli. Foto de Tatiana Ferro

Jorge Coli e Hélio de Seixas Guimarães

Para Coli, professor da Unicamp, Os sertões é “o maior livro da nossa literatura”, que desmontou as ideias racistas do próprio Euclides da Cunha. Já Guimarães (USP) mostrou como Machado de Assis foi agudo e profético em suas crônicas sobre Canudos, que se mantêm atuais.

29.07.2019

Heloisa Starling

Angela Alonso e Heloisa Starling

“A gente encontra pólvora e sangue”, disse a socióloga Angela Alonso sobre a história brasileira. “Eu tenho a sensação de um país caindo em pedaços”, afirmou a cientista política Heloisa Starling sobre os dias de hoje. As duas abordaram a violência nacional de agora e de sempre.

29.07.2019

Ailton Krenak

Ailton Krenak e Aparecida Vilaça

Apesar do título assustador da mesa, “Diante do fim do mundo”, o líder indígena e escritor Ailton Krenak e a antropóloga Aparecida Vilaça destacaram na Flip formas de se construir o futuro. Mas alertaram para os riscos que os povos indígenas correm no governo Bolsonaro.

23.07.2019

Lilia Moritz Schwarcz

Lilia Moritz Schwarcz

A historiadora e antropóloga destacou na Casa do IMS que o autoritarismo e a desigualdade social são marcas permanentes da história do Brasil. Mostrou como é falso o mito da democracia racial e disse que estamos numa “democradura”.

23.07.2019

Episódio 1 - O livro vingador

Episódio 1 – O livro vingador

Em 1897, Euclides da Cunha se tornou correspondente de guerra em Canudos. Cinco anos depois, em “Os sertões”, ele definiu a vitória do Exército como “um crime”. Walnice Nogueira Galvão e Francisco Foot Hardman mostram como Euclides inscreveu Canudos no imaginário nacional.

03.07.2019

Foto de Flávio de Barros

Episódio 2 – A história dos vencidos

“O sertanejo é, antes de tudo, um forte”, sentenciou Euclides da Cunha. Este episódio discute como o escritor retratou os sertanejos em sua obra. Também conta quem foi Antônio Conselheiro e como era a vida em Canudos antes do massacre.

03.07.2019

Foto do livro "Sertões: luz e trevas", de Maureen Bisilliat/Acervo IMS

Episódio 4 – Ecos de Euclides

A homenagem a Euclides da Cunha na Flip 2019 indica que sua obra continua a despertar interesse e espanto. O diretor teatral José Celso Martinez Corrêa e o escritor Milton Hatoum, artistas próximos de “Os sertões”, avaliam o que o livro pode nos dizer sobre o Brasil de hoje.

03.07.2019