Sertões: histórias de Canudos

Episódio 1 - O livro vingador

Episódio 1 – O livro vingador

Em 1897, Euclides da Cunha se tornou correspondente de guerra em Canudos. Cinco anos depois, em “Os sertões”, ele definiu a vitória do Exército como “um crime”. Walnice Nogueira Galvão e Francisco Foot Hardman mostram como Euclides inscreveu Canudos no imaginário nacional.

03.07.2019

Foto de Flávio de Barros

Episódio 2 – A história dos vencidos

“O sertanejo é, antes de tudo, um forte”, sentenciou Euclides da Cunha. Este episódio discute como o escritor retratou os sertanejos em sua obra. Também conta quem foi Antônio Conselheiro e como era a vida em Canudos antes do massacre.

03.07.2019

Habitantes de Canudos detidos pelo Exército. Todos foram mortos. Foto de Flavio de Barros. Restauração digital do IMS

Episódio 3 – Visões do sertão

As fotos feitas por Flávio de Barros, como a dos cerca de 400 habitantes de Canudos presos, são a documentação visual da guerra. Evandro Teixeira e Maureen Bisilliat, fotógrafos entrevistados deste episódio, tiveram a obra de Euclides da Cunha como inspiração para seus livros.

03.07.2019

Foto do livro "Sertões: luz e trevas", de Maureen Bisilliat/Acervo IMS

Episódio 4 – Ecos de Euclides

A homenagem a Euclides da Cunha na Flip 2019 indica que sua obra continua a despertar interesse e espanto. O diretor teatral José Celso Martinez Corrêa e o escritor Milton Hatoum, artistas próximos de “Os sertões”, avaliam o que o livro pode nos dizer sobre o Brasil de hoje.

03.07.2019

Ruínas de Canudos submersas no açude de Cocorobó, nos anos 1990. Foto de Evandro Teixeira

Episódio 5 – Canudos é aqui

O episódio final da série conta a história recente de Canudos pelo ponto de vista de dois personagens locais: o historiador João Batista, guia do Parque Estadual de Canudos, e o músico Fábio Paes, que pesquisa os cantos populares que evocam a guerra.

03.07.2019