A volta ao jazz em 80 mundos

Reinaldo Figueiredo apresenta o programa, que estreou em 2013. Ele começou a gostar de jazz entrando pela porta da bossa nova. Depois de ver ao vivo Leny Andrade com o Bossa Três, saiu comprando discos de trio piano/baixo/bateria. Nos anos 1970, enquanto era cartunista no jornal O Pasquim, também tocava pandeiro num obscuro conjunto de choro que nem nome tinha, mas era apelidado de Época de Merda. Em 1984, com Hubert e Claudio Paiva, criou o tablóide de humor O Planeta Diário. Nos anos 1980 e 1990, integrante do Casseta & Planeta, participou como baixista dos shows musicais do grupo. Desde 1998 toca contrabaixo na CEJ (Companhia Estadual de Jazz), grupo dedicado ao samba-jazz. O título do programa faz ao alusão ao livro A volta ao dia em 80 mundos, do escritor argentino e jazzófilo Julio Cortázar. O prefixo do programa é Hot bean strut, do pianista panamenho Danilo Perez.

O importante não é o tamanho do órgão, mas o prazer que ele proporciona

O importante não é o tamanho do órgão, mas o prazer que ele proporciona

O órgão elétrico surgiu em 1935 e, a partir dos anos 1950, passou a ser utilizado no jazz. Jimmy Smith (foto) foi o primeiro craque. Reinaldo Figueiredo apresenta gravações de outros, como Joey DeFrancesco, Dr. Lonnie Smith e uma canadense que se radicou no Brasil, Vanessa Rodrigues.

20.01.2018

O balanço do ano. E que balanço!

O balanço do ano. E que balanço!

Reinaldo Figueiredo montou uma seleção brasileira para o programa de destaques de 2017. Hermeto Pascoal, Antonio Adolfo, Bocato e a Banda Mantiqueira (foto) estão entre os que realizaram gravações marcantes no ano.

09.12.2017

Duke Ellington em dose dupla

Duke Ellington em dose dupla

Reinaldo Figueiredo apresenta gravações bem diferentes de cinco músicas do gigante do jazz Duke Ellington, entre elas In a sentimental mood. No time de intérpretes estão o próprio compositor (com Ella Fitzgerald), Wes Montgomery, Michel Petrucciani e outros.

18.11.2017

100 anos de Dizzy e Monk

100 anos de Dizzy e Monk

Reinaldo Figueiredo dedica o programa aos centenários do pianista Thelonious Monk e do trompetista Dizzy Gillespie, que se completam em outubro. Ele selecionou gravações dos dois gigantes do jazz e composições deles tocadas por outros artistas.

21.10.2017

Jazz é ao vivo, e você tem que estar lá!

Jazz é ao vivo, e você tem que estar lá!

É impossível reproduzir o impacto do jazz ouvido na hora em que está sendo tocado. Mas gravações ao vivo reduzem bem o problema. Reinaldo Figueiredo selecionou um encontro entre Tom Jobim e Herbie Hancock, além de registros de Michel Petrucciani, Stefano Bollani e outros.

23.09.2017

Wayne Shorter em dose dupla

Wayne Shorter em dose dupla

Reinaldo Figueiredo apresenta diferentes gravações de músicas de Wayne Shorter, considerado um dos grandes compositores do jazz. Além de versões do próprio saxofonista, há interpretações de Toots Thielemans, Chano Dominguez e dos brasileiros Antonio Adolfo e Robertinho Silva, entre outros.

19.08.2017

Mauricio Einhorn: 85 de vida e 80 de música

Mauricio Einhorn: 85 de vida e 80 de música

O maior nome da harmônica no jazz brasileiro é reverenciado no CD Viva Mauricio Einhorn!. Reinaldo Figueiredo apresenta oito das faixas, recorda duas do próprio instrumentista em ação e uma do saxofonista Paquito D'Rivera, que costuma encerrar seus shows tocando Estamos aí.

22.07.2017

Berimbau não é gaita e violoncelo não é contrabaixo

Berimbau não é gaita e violoncelo não é contrabaixo

Frequentemente confundido com o contrabaixo, o violoncelo é pouco associado ao jazz. Mas Reinaldo Figueiredo apresenta exemplos de bom uso do instrumento, como nos casos do cubano Yaniel Matos (foto), radicado no Brasil, e de Ron Carter, muito mais conhecido como contrabaixista.

17.06.2017