Crônicas do Joaquim

Joaquim Ferreira dos Santos entrou no mundo das crônicas pela leitura dos textos de Rubem Braga, Fernando Sabino e Paulo Mendes Campos na revista Manchete dos anos 1960. As primeiras músicas, ouviu pela Rádio Nacional dos anos 1950. Jornalista desde 1969, trabalhou nos principais jornais e revistas brasileiros. No programa, ele mistura as duas influências e costura o texto, curto e leve, com vinhetas musicais. Publicou três livros de crônicas (O que as mulheres procuram na bolsa, Em busca do borogodó perdido e Minhas amigas) e quatro de não-ficção (Um homem chamado Maria, Feliz 1958 - O ano que não devia acabar, Leila Diniz - Uma revolução na praia e Enquanto houver champanhe, há esperança - Uma biografia de Zózimo Barrozo do Amaral). Também organizou o livro As cem melhores crônicas brasileiras.

Elis, a melhor cantora desta semana

Elis, a melhor cantora desta semana

O filme “Elis” provocou em Joaquim Ferreira dos Santos a dúvida que muita gente tem: Elis Regina foi mesmo a maior cantora do Brasil? Em sua nova crônica, ele cita outras vozes femininas que o marcaram e reconhece que, neste momento, ninguém anda superando Elis.

02.12.2016

Rita Lee e as ovelhas negras

Rita Lee e as ovelhas negras

Rita Lee está lançando uma autobiografia em que conta quase tudo, inclusive as brigas com os Mutantes. Mas não explica a origem de seu canto suave, um modelo que pegou com as cantoras da bossa nova e deu elegância ao pop.

18.11.2016

O sangue bom e novo de Fernanda Abreu

O sangue bom e novo de Fernanda Abreu

O novo disco de Fernanda Abreu, a garota carioca que mantém aos 50 anos o suingue e o sangue, é uma esperança para tirar o funk da mesmice de sua obsessão sexual, aposta Joaquim Ferreira dos Santos.

04.11.2016

Waleska, a rainha da fossa

Waleska, a rainha da fossa

A cantora Waleska, que morreu em 14 de outubro, não fez grande sucesso em discos e no rádio, mas reinou nas boates de Copacabana cantando a decepção amorosa em voz baixa e elegante. Sofria sem gritaria.

21.10.2016

A radiopatrulha de Silas de Oliveira

A radiopatrulha de Silas de Oliveira

Silas de Oliveira, cujo centenário se completa em outubro, foi o maior dos compositores de sambas-enredo, mas também craque em outros tipos de samba. Joaquim Ferreira dos Santos recorda joias esquecidas como "Rádio Patrulha", que fala de um medo que acomete muitos políticos hoje: ser preso.

07.10.2016

Falta jingle na eleição

Falta jingle na eleição

A necessidade de uma campanha financeiramente mais enxuta fez uma vítima a ser lamentada. O compositor de jingles foi demitido. Joaquim Ferreira dos Santos lamenta a perda e recorda jingles clássicos das campanhas políticas nacionais, como a de Janio Quadros em 1960.

23.09.2016

Os hinos olímpicos de Gonzaguinha

Os hinos olímpicos de Gonzaguinha

Gonzaguinha foi lembrado nas cerimônias dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos com canções de sua fase menos ácida e mais esperançosa, como ressalta Joaquim Ferreira dos Santos. Em vez do "cantor rancor", o artista que acredita na "rapaziada" e para quem "a vida é bonita".

09.09.2016

O campeão voltou, mas a música na torcida, não

O campeão voltou, mas a música na torcida, não

Com a medalha de ouro olímpica, o futebol brasileiro voltou a conquistar uma vitória importante. A torcida, porém, que costumava encher as arquibancadas com músicas especiais para incentivar e comemorar, mostrou que está pouco criativa, como aponta Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova...

26.08.2016