Crônicas do Joaquim

Joaquim Ferreira dos Santos entrou no mundo das crônicas pela leitura dos textos de Rubem Braga, Fernando Sabino e Paulo Mendes Campos na revista Manchete dos anos 1960. As primeiras músicas, ouviu pela Rádio Nacional dos anos 1950. Jornalista desde 1969, trabalhou nos principais jornais e revistas brasileiros. No programa, ele mistura as duas influências e costura o texto, curto e leve, com vinhetas musicais. Publicou três livros de crônicas (O que as mulheres procuram na bolsa, Em busca do borogodó perdido e Minhas amigas) e quatro de não-ficção (Um homem chamado Maria, Feliz 1958 - O ano que não devia acabar, Leila Diniz - Uma revolução na praia e Enquanto houver champanhe, há esperança - Uma biografia de Zózimo Barrozo do Amaral). Também organizou o livro As cem melhores crônicas brasileiras.

Fagner mandou me avisar: “vou te encher de porrada”

Fagner mandou me avisar: “vou te encher de porrada”

Joaquim Ferreira dos Santos quase apanhou de Fagner nos anos 1980, daí o título de sua nova crônica. Hoje seria difícil tamanha raiva, porque "o elogio babão corre solto" na imprensa. Ninguém fala mal de ninguém, nem mesmo de Caetano Veloso endeusando MC Beijinho.

27.01.2017

O samba de enredo é uma festa

O samba de enredo é uma festa

O CD dos sambas de enredo virou uma trilha de festa, diz Joaquim Ferreira dos Santos. Para ele, com exceção dos críticos, ajoelhados ao vento das velas nostálgicas, a impressão de quem brinca no sambódromo é que as músicas são perfeitas para embalar um carnaval cada vez mais divertido.

13.01.2017

O rock de Nora Ney

O rock de Nora Ney

A doce Nora Ney, a voz dos amores fracassados, a que transformou "Ninguém me ama" em sucesso nacional, também lançou o rock por aqui com "Rock around the clock". Anos depois, como conta Joaquim Ferreira dos Santos, gravou um mea culpa musical e foi ser romântica e politizada para sempre.

30.12.2016

O centenário do poder transformador

O centenário do poder transformador

O narrador da nova crônica de Joaquim Ferreira dos Santos na Rádio Batuta é o samba. Ele passeia, lírico e onírico, por seus cem anos de existência, da casa da Tia Ciata até os malandros do século XXI, sempre ciente de seu poder transformador.

16.12.2016

Elis, a melhor cantora desta semana

Elis, a melhor cantora desta semana

O filme “Elis” provocou em Joaquim Ferreira dos Santos a dúvida que muita gente tem: Elis Regina foi mesmo a maior cantora do Brasil? Em sua nova crônica, ele cita outras vozes femininas que o marcaram e reconhece que, neste momento, ninguém anda superando Elis.

02.12.2016

Rita Lee e as ovelhas negras

Rita Lee e as ovelhas negras

Rita Lee está lançando uma autobiografia em que conta quase tudo, inclusive as brigas com os Mutantes. Mas não explica a origem de seu canto suave, um modelo que pegou com as cantoras da bossa nova e deu elegância ao pop.

18.11.2016

O sangue bom e novo de Fernanda Abreu

O sangue bom e novo de Fernanda Abreu

O novo disco de Fernanda Abreu, a garota carioca que mantém aos 50 anos o suingue e o sangue, é uma esperança para tirar o funk da mesmice de sua obsessão sexual, aposta Joaquim Ferreira dos Santos.

04.11.2016

Waleska, a rainha da fossa

Waleska, a rainha da fossa

A cantora Waleska, que morreu em 14 de outubro, não fez grande sucesso em discos e no rádio, mas reinou nas boates de Copacabana cantando a decepção amorosa em voz baixa e elegante. Sofria sem gritaria.

21.10.2016