Messias Britto, baiano da cidade de Euclides da Cunha, está lançando em 2018 um CD ousado: Cavaquinho polifônico reúne 11 interpretações solo, desafiando quem acredita que o instrumento só funciona bem se estiver acompanhado de outros. Em entrevista a Lucas Nobile, Messias detalha as razões do projeto, explica como faz os arranjos e procura executá-los, além de defender enfaticamente a riqueza do instrumento. “Ele é capaz de tocar qualquer gênero e em qualquer formação. Ainda há muito a ser explorado.”

Repertório

Odeon (Ernesto Nazareth) – Messias Britto

Qui nem jiló (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira) – Messias Britto

Carinhoso (Pixinguinha e João de Barro) – Messias Britto

Íngreme (Messias Brito) – Messias Britto

Um cavaquinho Paraguaçu (Gian Correa) – Messias Britto

Chega de saudade (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes) – Messias Britto

 

Apresentação: Lucas Nobile

Edição: Filipe Di Castro