Autor do forte samba-enredo da Paraíso do Tuiuti (quatro notas 10 dos jurados), Moacyr Luz foi um dos destaques do Carnaval de 2018. E o ano promete mais. Ele está lançando o CD Cartas africanas, parcerias com Carlos Di Jaguarão sobre os pouco falados negros do Sul do país. Em seguida vem o disco comemorativo dos seus 60 anos, só com músicas inéditas, algo que não acontecia desde Batucando (2008), e com novas sonoridades. Em entrevista a Joaquim Ferreira dos Santos, ele fala desses e de outros projetos. Comenta o sucesso do Samba do Trabalhador, roda que comanda há 13 anos, às segundas-feiras, no Rio. Lamenta a situação difícil da cidade. Conta história de canções feitas com Aldir Blanc e Paulo César Pinheiro. E interpreta, no estúdio da Batuta, Vida da minha vida, canção feita com Sereno que foi sucesso na voz de Zeca Pagodinho.

Repertório

Vida da minha vida (Moacyr Luz e Sereno) – Moacyr Luz no estúdio da Batuta

Saudades da Guanabara (Moacyr Luz, Aldir Blanc e Paulo César Pinheiro) – Beth Carvalho

Som de prata (Moacyr Luz e Paulo César Pinheiro) – Gabriel Cavalcante e Samba do Trabalhador

Coração do agreste (Moacyr Luz e Aldir Blanc) – Fafá de Belém

Anjo da velha guarda (Moacyr Luz e Aldir Blanc) – Moacyr Luz

Delírio da baixa gastronomia (Moacyr Luz) – Moacyr Luz

Estranhou o quê (Moacyr Luz) – Samba do Trabalhador

 

Moacyr Luz canta “Vida da minha vida”

Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos

Edição: Filipe Di Castro