Ao contrário do que anunciavam os arautos da morte dos espaços públicos, as novas tecnologias têm permitido a revitalização deles, com usos renovados graças, por exemplo, aos aparelhos celulares. É o que ressalta Guilherme Wisnik, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, em sua coluna “Espaço em obra”, na Rádio USP. Por outro lado, diz ele, surgem formas diferentes de vigilância, como a apropriação pelas redes sociais dos nossos contatos e preferências,