Motivados pelo 1º de Maio, Luiz Fernando Vianna e Joaquim Ferreira dos Santos trabalharam em duas listas diferentes, mas talvez complementares. A primeira reúne músicas que falam de malandragem, moleza e de tentativas, mesmo que em sonho, de parar de trabalhar. Já a segunda mostra como trabalhar pode ser duro, sofrido, nada gratificante, embora inspire belas canções.

Repertório – Trabalhar, prefiro não (por Luiz Fernando Vianna)

Samba do trabalhador (Darcy da Mangueira) – Martinho da Vila

Inimigo do batente (Wilson Baptista e Germano Augusto) – Cristina Buarque

Vai trabalhar, vagabundo (Chico Buarque) – Chico Buarque

O que será de mim (Ismael Silva, Nilton Bastos e Francisco Alves) – Francisco Alves e Mario Reis

Acertei no milhar (Wilson Baptista e Geraldo Pereira) – Moreira da Silva

Cocorocó (Paulo da Portela) – Clementina de Jesus e Roberto Ribeiro

Que trabalho é esse? (Zorba Devagar e Micau) – Paulinho da Viola

Capricho de rapaz solteiro (Noel Rosa) – Mario Reis

Samba e amor (Chico Buarque) – Caetano Veloso

Trabalhar é pecado (Alvarenga e Ranchinho) – Alvarenga e Ranchinho

 

Repertório – Trabalhar não é brincadeira, não (por Joaquim Ferreira dos Santos)

Trabalhador (Seu Jorge) – Seu Jorge

Lamento da lavadeira (Monsueto, Nilo Chagas e João Vieira Filho) – Monsueto

Capitão de indústria (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle) – Paralamas do Sucesso

Zé Marmita (Luiz Antônio e Brasinha) – Marlene

Terra seca (Ary Barroso) – Quatro Ases e um Coringa

Maria Moita (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes) – Nara Leão

Cio da terra (Milton Nascimento e Chico Buarque) – Milton Nascimento, Pena Branca e Xavantinho

Música de trabalho (Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá) – Legião Urbana

Meu nome é trabalho (Arlindo Cruz, Franco e Sombrinha) – Fundo de Quintal

Cidadão (Lúcio Barbosa) – Zé Ramalho

 

Edição: Filipe Di Castro