Martinho da Vila

Noel e Vadico

A parceria entre o compositor carioca e o pianista paulistano rendeu apenas dez canções, mas entre elas estão obras inesquecíveis: Feitio de oração, Feitiço da Vila, Conversa de botequim, Pra que mentir?.

14.05.2017

Noel e os malandros

A relação do compositor com a malandragem era controvertida. Ele admirava os personagens, mas também fazia sambas críticos a eles. No repertório, Rapaz folgado, O século do progresso e Mulato bamba.

07.05.2017

Noel e a Vila

Noel Rosa cantou Vila Isabel em apenas quatro composições, mas ficou totalmente associado ao lugar em que nasceu, sendo chamado de Poeta da Vila. Dois clássicos da música brasileira, Feitiço da Vila e Palpite infeliz, são dedicados ao bairro.

16.04.2017

Mulheres: machismo nacional e musical

O infeliz discurso de Michel Temer no Dia Internacional da Mulher encontra eco na tradição da música brasileira, na qual não faltam canções machistas: de “Ai, que saudades da Amélia” a exemplos recentes.

12.03.2017

Música de carnaval – O samba e seus enredos

Das músicas sem ligação com temas até a hegemonia do refrão forte, passando pela consolidação do gênero em meados do século passado, o programa resume a trajetória dos sambas-enredo.

26.02.2017

O samba é joia

Um samba romântico, sem intenções políticas, fez muito sucesso nos anos 1970, num período violento da ditadura militar. Ganhou o nome pejorativo de samba-joia e fez brilhar Benito di Paula (foto), Luiz Ayrão e outros.

04.12.2016

Partido-alto e tipo partido-alto

Arte dos grandes improvisadores, de Xangô da Mangueira a Zeca Pagodinho, o partido-alto se firmou no Rio de Janeiro a partir de referências africanas cultivadas na Bahia e em Minas. Conseguiu sucesso comercial graças a Martinho da Vila, autor de sambas “tipo partido-alto”, segundo Nei Lopes.

20.11.2016

Malandro é malandro, sambista é sambista

Boêmios e andando no limite da marginalidade, os malandros protagonizaram as letras de samba na virada dos anos 1920 para os 1930. Estiveram no centro da polêmica Noel Rosa x Wilson Baptista. E, como prova Bezerra da Silva, nunca saíram de cartaz.

06.06.2016