• Nos bailes de Milton

    Ontem e sempre

    Nos bailes de Milton

    Milton Nascimento, que completa 78 anos em 2020, começou como crooner, cantando músicas de outros, e gravou várias composições alheias na carreira. Esta playlist apresenta as versões dele e anteriores à dele, com artistas como João Gilberto e Dolores Duran.

  • É doce morrer no mar

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    É doce morrer no mar

    Parceria com o amigo Jorge Amado, É doce morrer no mar está no primeiro disco em 78 rotações por minuto que Dorival Caymmi gravou acompanhado apenas do próprio violão, em 1941. Letra sombria e sonoridade enxuta mostram o melhor do artista baiano.

  • Foto de Dieter Hopf

    A volta ao jazz em 80 mundos

    Baden Powell, o compositor

    Mesmo estando entre os maiores violonistas do mundo, Baden Powell disse certa vez que preferia ser reconhecido como compositor. Reinaldo Figueiredo selecionou faixas para mostrar que as músicas do artista se tornaram standards do jazz brasileiro.

O nome do rei é Pelé

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O nome do rei é Pelé

A música celebrou de várias maneiras o maior craque do futebol: samba, marchinha, mambo, frevo, xaxado... Pelé, que completa 80 anos, aparece em canções de Ben Jor, Caetano, Gil, Chico, Moraes Moreira, Jackson do Pandeiro e muitos outros.

Eduardo Gudin, samba de verdade

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Eduardo Gudin, samba de verdade

O compositor da vida de São Paulo, parceiro de Adoniran e Vanzolini, também é o autor de belos sambas de amor, feitos com Paulinho da Viola e outros parceiros. A cantora Elisa Gudin e sua irmã Joana escolheram 30 músicas para saudar os 70 anos do pai.

Zuza para sempre

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Zuza para sempre

Zuza Homem de Mello morreu neste 4 de outubro, aos 87 anos. A Batuta recorda os 157 episódios do programa Playlist do Zuza e os 50 da série Duke por Zuza. E se despede de um grande brasileiro e grande amigo.

A Música Popular Brasileira no século 21

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A Música Popular Brasileira no século 21

Em série de quatro vídeos, o cantor e compositor Romulo Fróes analisa os caminhos da produção musical do século 20 e os atuais. Segundo ele, "a relação entre artista e produção, causado pela democratização dos meios de gravação, transformou a canção brasileira".

Copacabana

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Copacabana

Dick Farney, que até então só cantava em inglês, foi convencido a gravar Copacabana em 1946 e transformou a composição de Alberto Ribeiro e Braguinha num marco do samba-canção. A voz parecia dizer a letra no ouvido da pessoa amada.

Rádio Batutinha

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Rádio Batutinha

"Música de gente grande para crianças que não pensam pequeno" é o slogan da Rádio Batutinha, playlist que começa com 25 canções. Elas não foram feitas pensando no público infantil, mas servem perfeitamente a ele (e aos pais também).

A vida de Sylvia Telles

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A vida de Sylvia Telles

Cantora que viveu apenas 32 anos, Sylvia Telles ganha biografia que faz jus à sua condição de grande intérprete do samba-canção e da bossa nova. O autor, Gabriel Gonzaga, conta a Joaquim Ferreira dos Santos detalhes da vida e da carreira de Sylvinha, como seu namoro com João Gilberto.

Chega de saudade

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Chega de saudade

Depois de anos sem gravar, João Gilberto reapareceu em 1958 com outro canto, outro violão, outro capítulo na história da música brasileira. Era a sua versão de Chega de saudade, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.

Caetano na prisão – As canções

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Caetano na prisão – As canções

Playlist feita a partir do filme Narciso em férias e do livro Verdade tropical reúne canções que se tornaram tabus para Caetano Veloso por terem ligação com sua prisão. Hey Jude lhe transmitia esperança; Irene eTerra são frutos daquele momento.