A volta ao jazz em 80 mundos

Reinaldo Figueiredo apresenta o programa, que estreou em 2013. Ele começou a gostar de jazz entrando pela porta da bossa nova. Depois de ver ao vivo Leny Andrade com o Bossa Três, saiu comprando discos de trio piano/baixo/bateria. Nos anos 1970, enquanto era cartunista no jornal O Pasquim, também tocava pandeiro num obscuro conjunto de choro que nem nome tinha, mas era apelidado de Época de Merda. Em 1984, com Hubert e Claudio Paiva, criou o tablóide de humor O Planeta Diário. Nos anos 1980 e 1990, quando integrava o Casseta & Planeta, participou como baixista dos shows musicais do grupo. Desde 1998 toca contrabaixo na CEJ (Companhia Estadual de Jazz), grupo dedicado ao samba-jazz. O título do programa faz alusão ao livro A volta ao dia em 80 mundos, do escritor argentino e jazzófilo Julio Cortázar. O prefixo do programa é Hot bean strut, do pianista panamenho Danilo Perez.

Jazz de protesto

Jazz de protesto

O jazz sempre participou da luta permanente contra o racismo nos EUA. Reinaldo Figueiredo selecionou músicas e músicos fundamentais nessa história: Black and blue com Louis Armstrong; Strange fruit com Billie Holiday (foto), e outras gravações marcantes.

17.06.2020

Arranjadores, os arquitetos do som

Arranjadores, os arquitetos do som

Miles Davis e Gil Evans (foto), Duke Ellington e Billy Strayhorn, Dizzy Gillespie e Lalo Schifrin são três encontros célebres no jazz entre arranjadores e líderes de conjuntos (ou orquestras). Reinaldo Figueiredo selecionou esses nomes e outros, como Moacir Santos.

21.05.2020

Milton Nascimento também é jazz

Milton Nascimento também é jazz

Reinaldo Figueiredo selecionou versões jazzísticas de Ponta de areia, Cais, Nada será como antes e outras canções para exemplificar o prestígio de Milton Nascimento entre os instrumentistas. Esperanza Spalding (na foto com Milton) é uma das intérpretes.

16.04.2020

O jazz que veio dos livros

O jazz que veio dos livros

A literatura pode ser uma fonte do jazz, como demonstra Reinaldo Figueiredo neste programa. Entre outros exemplos, Brad Mehldau (foto) homenageia a geração beatnik, Jeff Gardner se inspira em Paul Auster e Arthur Dutra põe Kant no samba-jazz.

19.03.2020

Charles Mingus sem fronteira

Charles Mingus sem fronteira

Nascido na divisa dos EUA com o México, Charles Mingus não respeitava fronteiras musicais. Entre as muitas sonoridades que combinava em suas composições estavam as mexicanas. Reinaldo Figueiredo seleciona temas do álbum Tijuana Moods (1962) regravados pela Mingus Big Band em 1997.

12.02.2020

Claudio Roditi, o embaixador do samba-jazz

Claudio Roditi, o embaixador do samba-jazz

Claudio Roditi, que morreu em 18 de janeiro, mudou-se para os EUA nos anos 1970 e se consagrou como um dos grandes trompetistas do jazz. Tocou com Dizzy Gillespie, McCoy Tyner e outros, mas nunca deixou de imprimir sonoridade brasileira em seu trabalho, como mostra Reinaldo Figueiredo no programa.

17.01.2020

O balanço de 2019. E que balanço!

O balanço de 2019. E que balanço!

A seleção brasileira que Reinaldo Figueiredo escalou para apresentar grandes momentos de 2019 tem André Mehmari, Hamilton de Holanda, Duofel, Antonio Adolfo, o duo Alexandre Caldi & Itamar Assiere (foto) e muito mais.

16.12.2019

O lado B de Clint Eastwood

O lado B de Clint Eastwood

O jazz é presença marcante nos filmes dirigidos por Clint Eastwood. Um de seus trabalhos mais conhecidos é Bird, sobre o saxofonista Charlie Parker. Gravações extraídas das trilhas dos longa-metragens estão seleção de Reinaldo Figueiredo.

18.11.2019