A volta ao jazz em 80 mundos

Reinaldo Figueiredo apresenta o programa, que estreou em 2013. Ele começou a gostar de jazz entrando pela porta da bossa nova. Depois de ver ao vivo Leny Andrade com o Bossa Três, saiu comprando discos de trio piano/baixo/bateria. Nos anos 1970, enquanto era cartunista no jornal O Pasquim, também tocava pandeiro num obscuro conjunto de choro que nem nome tinha, mas era apelidado de Época de Merda. Em 1984, com Hubert e Claudio Paiva, criou o tablóide de humor O Planeta Diário. Nos anos 1980 e 1990, integrante do Casseta & Planeta, participou como baixista dos shows musicais do grupo. Desde 1998 toca contrabaixo na CEJ (Companhia Estadual de Jazz), grupo dedicado ao samba-jazz. O título do programa faz alusão ao livro A volta ao dia em 80 mundos, do escritor argentino e jazzófilo Julio Cortázar. O prefixo do programa é Hot bean strut, do pianista panamenho Danilo Perez.

Jazz para lavar a alma

Jazz para lavar a alma

Reinaldo Figueiredo montou um repertório para tentar levantar o astral do ouvinte em 2019. Segundo ele, é "praticamente um banho de descarrego jazzístico". Chucho Valdés (foto), Brad Mehldau, Michel Camilo e Hamilton de Holanda estão entre os intérpretes.

17.01.2019

Uma parada no Brasil, aquele, o Victor Assis

Uma parada no Brasil, aquele, o Victor Assis

Saxofonista de grande talento, que morreu com apenas 35 anos, o carioca Victor Assis Brasil é o personagem do programa de Reinaldo Figueiredo. Quase todas as composições são dele, incluindo uma gravada nos EUA em que sua participação não foi creditada.

13.12.2018

Botando a boca no trombone

Botando a boca no trombone

Reinaldo Figueiredo montou um panorama atual do trombone no jazz e selecionou, entre outros instrumentistas, os brasileiros Raul de Souza (foto), Vittor Santos, Josiel Konrad e Serginho Trombone, além do grupo T-Bones Brasil Ensemble.

16.11.2018

Mulheres no comando

Mulheres no comando

A presença feminina no jazz é marcada por cantoras e pianistas-cantoras, mas não param de surgir mulheres poderosas em instrumentos diversos. Na seleção de Reinaldo Figueiredo estão a clarinetista Anat Cohen (foto), a saxofonista Daniela Spielmann e outras.

20.10.2018

O jazz de 1968

O jazz de 1968

Reinaldo Figueiredo mostra que o histórico 1968 também teve momentos marcantes no jazz, como o disco de Miles Davis acompanhado de pianos elétricos e o cultuado LP "Underground", de Thelonious Monk, com sua capa cheia de referências e invenções.

15.09.2018

Egberto Gismonti – 70 anos e 70 discos

Egberto Gismonti – 70 anos e 70 discos

Egberto Gismonti chegou aos 70 anos gravando e sendo gravado em todo o mundo, mas sem retirar o Brasil de sua música. Reinaldo Figueiredo selecionou uma faixa de seus 70 discos e, também, composições interpretadas por artistas de vários países.

11.08.2018

Nossos craques “estrangeiros” – Segundo tempo

Nossos craques “estrangeiros” – Segundo tempo

Reinaldo Figueiredo retoma um jogo que criou em 2014: selecionar gravações de músicos brasileiros que brilham no exterior. No time de agora estão o pianista Dom Salvador (foto), o percussionista Airto Moreira, o trombonista Raul de Souza e outros.

21.07.2018

É jaaaazz! E é da Rússia!

É jaaaazz! E é da Rússia!

A Copa do Mundo é ótimo pretexto para Reinaldo Figueiredo apresentar grandes nomes do jazz feito na Rússia. Um deles é o saxofonista Igor Butman, autor do Samba de Igor.

21.06.2018