Francisco Alves e Mario Reis fizeram história juntos em gravações como Se você jurar. Depois, continuaram amigos, mas seguiram caminhos diferentes na carreira, embora bebendo na mesma fonte dos sambas do Estácio. Para o carnaval de 1934, Francisco Alves teve a primazia de escolher um samba de Bide e Marçal e optou por Vivo desse amor. Deu-se melhor Mario Reis, a quem coube Agora é cinza, um clássico instantâneo, conta João Máximo.

Apresentação: João Máximo

Edição e sonorização: Filipe Di Castro